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O magnata e a faxineira ( Desejos proibidos ) romance Capítulo 25

Peterson sentiu um leve rubor de vergonha, mas deu uma risada. Ela estava literalmente tirando fotos de tudo. Ele se aproximou.

— Vamos, Mimosa. — ele a chamou, sinalizando que era hora de irem.

Ela se aproximou, sorridente e ansiosa. Peterson e Miranda subiram no elevador silencioso, que os levou a um dos andares superiores. A porta se abriu para um corredor elegantemente iluminado, e logo estavam em frente à suíte. Peterson abriu a porta com um cartão, e Miranda entrou, sem palavras, foi ficando descalça.

Era uma suíte espaçosa, com uma vista deslumbrante para o oceano que se estendia até onde a vista alcançava. Tinha uma varanda privativa, com piscina, que os convidava a respirar o ar puro da manhã. A decoração era de extremo bom gosto, com tons neutros e toques de azul e areia, que refletiam o ambiente costeiro. Havia uma cama enorme, coberta por lençóis brancos impecáveis que pareciam convidativos para um mergulho íntimo e romântico. Tinham toalhas em formato de cisne e coração, decorando, no chão próximo tinham pétalas de rosas vermelhas.

— Uau... — Miranda suspirou, caminhando até a varanda, com os olhos brilhando com a beleza do lugar. — Isso é... incrível, Peterson.

Peterson colocou a mala no chão e se aproximou dela, com os braços cruzados, observando a reação dela.

— Fico feliz que tenha gostado. Achei que um pouco de ar puro e uma vista dessas seriam perfeitos para você.

Ela se virou para ele, com um sorriso genuíno iluminando seu rosto.

— Perfeitos é pouco. É mágico. Eu nunca fui à praia. É um sonho!

— Vem, vou te mostrar o resto. Da surpresa! — ele a chamou, levando-a para dentro da suíte.

Ele a guiou até um banheiro luxuoso, com uma banheira de hidromassagem. Havia um closet espaçoso e, em um canto, uma pequena área de estar com poltronas confortáveis. Ele começou a mexer no celular.

— Você realmente me surpreendeu. — ela disse, impressionada.

— Tentei. — ele sorriu, com um brilho nos olhos. — Agora, por que você não aproveita e descansa um pouco? O café da manhã deve chegar em breve. Vou tomar banho e sair, você está com o cartão, né?

Miranda disse que sim, ainda estava absorvendo cada detalhe do lugar, sentindo-se como a protagonista de um sonho. Era a primeira vez que ela se sentia tão mimada, tão cuidada, realmente especial. Peterson entrou no banheiro para tomar seu banho, e Miranda, com a promessa de um dia livre à frente e o cansaço ainda a dominando, afundou-se novamente nos lençóis macios da cama. O edredom aconchegante a envolveu, e ela se permitiu fechar os olhos, desfrutando da quietude luxuosa da suíte.

Não demorou muito para que uma batida suave na porta a tirasse do sono leve. Era o serviço de quarto, trazendo o café da manhã. Um carrinho elegante foi posicionado ao lado da cama, e Miranda mal conseguiu conter um sorriso de satisfação. A bandeja estava repleta de delícias: frutas coloridas, pães variados com manteiga, frios e geleias, ovos mexidos, fatias de bacon crocante, e o aroma inconfundível de café recém-passado e suco de laranja espremido na hora.

Peterson ainda estava no banho, mas a fome de Miranda era mais forte que a etiqueta. Sem hesitar, ela se sentou e começou a se servir. Pegou uma fatia de pão com ovos, saboreando cada mordida. O café estava perfeito, forte e aromático, e o suco, refrescante. Ela comeu sem pressa, desfrutando daquele momento de puro deleite, alheia ao tempo e à presença (ou ausência) de Peterson.

Peterson saiu do banheiro, com o vapor ainda o envolvendo, exibindo um corpo sarado e bem definido. Ele pegou uma toalha para secar o cabelo enquanto se dirigia à mala, foi começando a se vestir.

— Vai ficar bem? Sozinha? — ele perguntou, sem se virar.

Miranda, que ainda saboreava o café da manhã, ofereceu um pedaço de pão com ovos.

— Uhum, quer? — ela murmurou, a boca cheia. — O que você queria dizer com vinte e quatro por sete, se vai me deixar?

Ele terminou de abotoar a camisa e se virou para ela, com um olhar mais sério agora.

— Está curiosa? — Sorriu, com um brilho enigmático nos olhos. — Não quero, obrigado.

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