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O magnata e a faxineira ( Desejos proibidos ) romance Capítulo 31

Miranda olhou para a mochila, os olhos brilhando.

— Sim, gosto dessa. — ela disse, com um sorriso genuíno despontando.

Peterson se virou para a vendedora, que se aproximou com um sorriso.

— Tem outras cores dessa? — ele perguntou, apontando para a mochila.

— Quero duas! Uma preta.

Em seguida, ele apontou para uma bolsa pequena com alças de corrente, exibida em um pedestal.

— Duas daquela também. Quero ver as opções de cores.

Peterson olhou para Miranda, notando como ela se sentia um pouco perdida em meio a tantas opções.

— Pode olhar, escolher, do que você gosta? — ele perguntou, incentivando-a.

Miranda sorriu, desconcertada, e murmurou:

— Rosa, azul bebê.

Ele a acariciou sutilmente no braço.

— É claro que gosta de rosa. Você é delicada demais.

Miranda imediatamente ficou séria, com o sorriso sumindo de seu rosto.

— Não, eu não gosto tanto. Tanto faz. Pode escolher, é você que vai pagar.

Miranda sentiu a pontada da inferioridade, mesmo que não fosse a intenção de Peterson. Ele notou a mudança na expressão dela.

— Não. — ele disse, apontando para uma bolsa rosa bebê em um expositor.

— Você devia olhar aquela. Eu só quis dizer, que essa cor, é delicada.

Ele se virou para ela, com um brilho nos olhos.

— Eu adoro o quanto você é delicada.

Até a vendedora, que estava por perto, sorriu ao ouvir o elogio. Miranda, rindo e corada de vergonha, foi até a bolsa para olhar.

Com um leve sorriso nos lábios e o rosto ainda corado, Miranda começou a se soltar um pouco mais. Ela apontava para as prateleiras e perguntava a Peterson:

— E essa aqui? É mais bonita que aquela?

Ele, com seu olhar observador, apenas a incentivava:

— Pega as duas opções. Quero ver você com elas.

Miranda, agora mais à vontade, ia e voltava, trazendo bolsas de diferentes tamanhos e cores. Em pouco tempo, eles já haviam separado seis bolsas. Entre mochilas de couro e bolsas pequenas com correntes, a pilha na bancada da vendedora crescia. Miranda, curiosa, espiou uma das etiquetas de preço. Seus olhos se arregalaram. Somente aquelas bolsas somavam cerca de três mil reais.

— Já está bom! — ela exclamou, virando-se para Peterson com um misto de espanto e preocupação.

Peterson mal deu atenção ao comentário de Miranda. Seus olhos já haviam capturado algo em uma prateleira mais alta. Ele apontou para lá, pedindo à vendedora:

— Aquela bolsa ali, na cor rosa ou nude.

Miranda seguiu o olhar dele e um sorriso espontâneo e largo iluminou seu rosto.

— É linda! Quero devolver aquela amarela e pegar essa. — ela exclamou, com a surpresa substituindo o choque inicial com os preços.

Peterson sorriu, satisfeito com a reação dela.

— Ótimo, pode deixar a amarela também. Agora, vamos experimentar os sapatos.

Peterson olhou para Miranda.

— Pode mostrar para a vendedora mais ou menos o que você gosta. Algo para usar à noite no jantar.

Miranda apontou para um scarpin nude exposto em uma vitrine.

— Eu sempre quis um desse — ela confessou, com a voz quase um sussurro de desejo.

A vendedora, que se aproximava com um sorriso, assentiu.

— Vou pegar algumas opções para provar.

Ela se afastou e, em pouco tempo, retornou com cinco caixas de sapatos, que pousou na frente deles. A vendedora abriu as caixas, revelando uma deslumbrante variedade de scarpins. Havia o scarpin nude clássico, com um salto agulha fino e elegante, feito de couro macio que parecia se moldar ao pé. Ao lado, um modelo em preto brilhante, com um bico mais fino e um salto um pouco mais grosso, que exalava sofisticação.

Havia também um scarpin em um tom de vinho profundo, em camurça, com um salto médio e mais robusto, que oferecia um toque de cor e estabilidade. Para quem buscava algo mais ousado, um scarpin prateado com glitter, de bico pontudo e salto alto, prometia brilho a cada passo. Por fim, um modelo em estampa de onça, com um salto fino e de altura moderada, adicionava um toque de selvageria e elegância. Todos os sapatos eram de ótima qualidade, impecavelmente desenhados para realçar a silhueta da perna e adicionar um toque de glamour a qualquer visual.

Miranda pegou o scarpin nude, calçou um em cada pé e se levantou. Seus olhos brilharam. Ela se virou para Peterson, um sorriso espontâneo e radiante iluminando seu rosto.

— Olhaaaaa eu cresci! — ela exclamou, com uma alegria quase infantil.

— E aí, o que achou, Peterson?

Peterson estava sentado, com os olhos fixos em Miranda, com um sorriso largo no rosto. Ele ria com uma mistura de admiração e desejo.

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