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O magnata e a faxineira ( Desejos proibidos ) romance Capítulo 33

Ao chegarem no hotel, um funcionário precisou ajudar com a quantidade de sacolas que Peterson carregava. Dentro do quarto, Miranda estava eufórica, mal cabendo em si de tanta felicidade. Rapidamente, ela começou a arrumar tudo no sofá, com os olhos brilhando com as novas aquisições.

Correu para o banheiro, lavou uma calcinha e, impaciente, usou o secador de cabelo para secá-la. Separou o vestido midi preto justo, o scarpin nude e as joias. Em seguida, levou todos os cosméticos para o banheiro, ocupando boa parte da bancada com seus novos produtos.

Peterson a observava, com um sorriso discreto nos lábios ao notar a ansiedade dela. Ele tomou banho primeiro, arrumou seu cavanhaque com cuidado e se vestiu, calça jeans, camisa social e tênis casual.

Miranda entrou no banheiro em seguida, trancou a porta e demorou. Quando finalmente saiu, já estava maquiada, exalando o perfume delicioso caro, com a pele do corpo todo lisa e reluzente, quase pronta para a noite, estava de calcinha e enrolada na toalha.

Peterson estava sentado na poltrona, mexendo no celular, ela se aproximou apreensiva um pouco séria.

— Agora você gosta do meu cheiro? Não vai te dar dor de cabeça?

Deu o pescoço para ele cheirar, ele até bloqueou a tela do celular e soltou no canto da poltrona, lentamente conduziu Miranda para sentar em seu colo, virada de lado, puxou o cabelo liso escovado, levemente ondulado para trás dos ombros e cheirou o pescoço.

— Está melhor na sua pele, do que em qualquer outra, Mimosa!

Começou a dar beijinhos no pescoço, com a mão grande e firme envolvendo o pescoço de Miranda com uma força suave, emanando um desejo intenso. Ela o olhou nos olhos, com a respiração ofegante, e sussurrou abrindo a toalha.

— Me ajuda com isso?

A mão de Peterson encheu-se com a maciez do seio de Miranda, e ele apertou levemente, com um sorriso lascivo nascendo em seus lábios. Peterson sorriu, uma expressão de surpresa misturada com admiração pintando seu rosto. Para sua surpresa, uma pequena gota de leite surgiu rapidamente e ele soube, que ela deixou aquilo, para ele. Sem hesitar, ele abocanhou o mamilo e sugou com gosto. Em um movimento rápido e ousado, apertou o quadril dela, um gemido baixo escapou dos lábios de Miranda enquanto Peterson sugava seu seio, a sensação não tão inusitada, muito intensa foi a fazendo se curvar sobre ele. As mãos dela se agarraram aos ombros dele, os dedos cravando-se levemente na camisa social, ela estava com o corpo sensível e não sabia como agir. Um calor súbito e avassalador irradiava do ponto de contato, espalhando-se por todo o corpo dela. Seu coração batia descompassado, uma mistura de surpresa, vergonha e uma excitação profunda que ela havia experimentado e queria repetir.

Peterson sentiu a entrega dela, o acariciando e apertando, com o corpo de Miranda se mexendo impaciente, a reação dela acenderam um fogo ainda mais ardente em seu interior. Aquele momento íntimo, tão cru e visceral, elevou seu desejo a um novo patamar, era um jogo do qual ele estava perdendo e ainda assim, queria continuar jogando. Ele a apertou contra si, com a boca ainda no seio dela, sentindo a ereção latejar contra as coxas de Miranda, a acariciou mostrando o quanto estava a querendo. O ar no quarto parecia vibrar com a intensidade do tesão que os envolvia, ela estava gemendo, suspirando, o deixando louco.

Depois de sugar os dois seios, ele a olhou nos olhos, com um sorriso lento e satisfeito surgindo em seus lábios. Respirou fundo, com a voz baixa.

— Está difícil me conter tão perto de você, Mimosa. Eu mereço mais.

Ele estava perto demais, quase a beijando. Algo que ela queria muito. Peterson acariciou a boca dela com o polegar, e os olhos fixos nos dela, antes de se afastar com um suspiro forçado.

— Estamos atrasados.

Ele a tirou gentilmente do colo e se levantou ajeitando o volume na cueca. Ela foi se vestir rindo.

— Sei que merece, mas ainda não dá. Bezerro!

Peterson saiu rindo, foi para a varanda do quarto, imerso na vista noturna da paisagem, quando Miranda finalmente saiu do banheiro, pronta, ele ouviu o barulho dos sapatos. Ela se aproximou, com um misto de apreensão e expectativa no olhar.

— E então? Está bom? Não quero passar vergonha.

Peterson virou-se da varanda, e ao ver Miranda, seu olhar se acendeu. Um sorriso lento e carregado de admiração surgiu em seus lábios.

— Você está simplesmente deslumbrante, Mimosa. Linda demais! — ele disse, a voz firme e baixa, percorrendo cada detalhe do vestido. Seus olhos se encontraram com os dela, e a intensidade de seu olhar a fez corar.

Ele se aproximou e a pegou pela mão, a fez dar uma volta.

— Mal posso esperar para foder com você por horas sem parar. Você parece outra mulher! Todo o investimento valeu muito a pena.

Ela apenas sorriu desconcertada, foi até o sofá, ele a ajudou a escolher qual bolsa usar entre as que haviam comprado, optando por uma pequena e discreta, que complementava o vestido. Saíram do quarto de mãos dadas, um par que exalava confiança e uma elegância recém-descoberta.

Ao passarem pelo saguão do hotel, todas as cabeças se viraram. Era impossível não notar como Miranda estava linda, elegante e diferente, uma transformação que ia muito além das roupas e joias. O brilho em seus olhos e a postura confiante a faziam parecer uma pessoa completamente nova.

O motorista os aguardava, e eles entraram no banco de trás do carro. A viagem durou cerca de meia hora, e Miranda permaneceu quieta, imersa em seus pensamentos. Ao chegarem a um restaurante luxuoso à beira-mar, Peterson manteve a postura de um cavalheiro exemplar, sempre ao lado de Miranda. Quando não a segurava pela mão, a mão dele repousava gentilmente em sua cintura, reafirmando a imagem de um casal.

Eles foram os últimos a chegar. Na mesa, havia quase dez pessoas, entre homens e mulheres, todos impecavelmente vestidos. As mulheres, em particular, pareciam modelos, exalando um ar de riqueza e sofisticação, cabelos impecáveis, todas com unhas artificiais compridas, alongamento de cílios, roupas decotadas, com o silicone pulando para fora do decote.

Peterson cumprimentava a todos com desenvoltura. Apertava as mãos dos homens com firmeza e beijava o rosto das mulheres, um por um. Miranda, ao lado dele, sentia-se cada vez mais nervosa e desconcertada. Aquele ambiente de pura sofisticação a intimidava. Ela apenas conseguiu murmurar um "boa noite", sorrindo e acenando timidamente para todos, ficou no cantinho da mesa, apreensiva.

Ao ver uma cadeira vaga, ela perguntou a uma moça que estava sentada perto se poderia se sentar ali. A moça, com um sorriso simpático, respondeu:

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