Miranda entrou primeiro no bangalô, indo direto para o banheiro. Deixou a porta aberta e, ao ouvir Peterson entrar, chamou do banheiro:
— Vem me dar banho? Ah, e traz uma água ou um refrigerante? Suco?
Peterson foi fechando a porta do quarto e as cortinas, pensando que a grande hora finalmente havia chegado.
— Já estou indo, Mimosa. — ele respondeu, pegou um suco no frigobar e seguiu para o banheiro.
Ele entrou no banheiro, tirando a sunga, e a encontrou parada de biquíni, embaixo do chuveiro, com os olhos brilhando com um sorriso travesso.
— Tem que cuidar de mim! — ela disse, abrindo o box.
— Tirar o biquíni, me lavar e nada a mais.
Ele serviu o suco, com os olhos fixos nela, intrigado com a proposta.
— Adoraria cuidar de você. — ele respondeu, com a voz divertida.
Lentamente, ele começou a tirar o biquíni de Miranda, beijando-a pelos braços, seios, pescoço e barriga. Ela permaneceu rindo, bebendo o suco, enquanto ele a virava de costas, abraçando-a e roçando sua ereção nela. Com movimentos suaves, foi tirando a calcinha do biquíni. Miranda deixaria qualquer coisa acontecer e esperava ansiosamente por algo, com o coração batendo forte no peito.
Ao deixá-la nua, ele começou a passar o sabonete líquido nela, removendo o sal e a areia do corpo dela. A virou de lado, enchendo as mãos nos seios dela, todo o tempo roçando sua ereção onde dava. Estava mais ansioso do que gostaria, mas sorriu, completamente envolvido.
— Você vai acabar comigo desse jeito, como pode ser tão linda sem esforço algum? — ele murmurou a beijando no rosto, boca, pescoço.
Rindo, ela perguntou como. Ele se aproximou, empurrando-a pela cintura, e a encostou no box, olhando-a nos olhos. Ele levou a mão até a intimidade dela, ameaçando tocá-la. Sussurrou no ouvido, beijando o pescoço dela:
— Você é virgem, não é? Posso te excitar até você desejar deixar de ser.
Ela começou a rir, empurrando o quadril contra a mão dele.
— Uhum, faria isso por mim? Um favor desses? Tirar minha virgindade?
Ele sorriu, chupou a boca dela e a invadiu sutilmente com os dedos.
— Eu farei qualquer coisa que te dê prazer. Vamos brincar um pouco. De agora em diante, você será virgem. E, bom, farei tudo nas suas condições.
Ele tirou a mão do meio das pernas dela e a soltou.
— Velas, música, champanhe, tudo.
Ele a beijou. Miranda, um pouco desconcertada, disse que ele não precisava fazer aquelas "bobeiras" por ela e que, na verdade, não tinha pensado em nenhum fetiche grandioso para compartilhar. Rindo e continuando a lavá-la, acariciando seu corpo todo, ele respondeu:
— Vai ser legal. E se você quis compartilhar, é porque era um desejo importante.
No fundo, Miranda achou a ideia muito legal e ficou ansiosa. Tomaram banho juntos, e ele disse que a levaria para andar de lancha. Peterson sabia que criar expectativas e aumentar a tensão pré-sexual seria bom para ambos.
Ela saiu primeiro do banheiro, foi colocando o mesmo vestido. Enquanto ele se vestia, Peterson avisou que passariam a noite ali e que ela poderia comprar coisas na loja do resort. Decidiram ir até lá para ver o que tinha. Enquanto caminhavam, eles conversaram sobre a beleza do local. Peterson aproveitou para explicar a Miranda a diferença entre um hotel, um resort e uma pousada.
Ao entrarem na loja, Miranda correu direto para a parte das lembrancinhas, começando a olhar os itens com uma curiosidade entretida. Peterson, confuso, perguntou:
— Pra quem você levaria lembranças se disse que não tinha ninguém que sentiria sua falta?
Ela largou o item sem jeito.
— Ninguém. — ela respondeu, com a voz mais baixa.
— Só pensei nos filhos do meu guarda-costas, mas seria bobagem, eu nem os conheço.

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