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O magnata e a faxineira ( Desejos proibidos ) romance Capítulo 66

Victor saiu de dentro dela, rindo.

— Já cansou? Está precisando fazer uma academia, hein.

Ela se deitou, exausta, com a barriga doendo, e começou a rir.

— Usar o azulzinho não vale. Trapaceiro.

Ele tomou um pouco da bebida, a colocou deitada no meio da cama, subiu em cima dela e se enfiou no meio de suas pernas.

— Não preciso disso. Vou trazer uma amiga da próxima. Criei expectativas demais para a nossa noite.

Ele foi soltando as mãos dela e tirou a máscara de seus olhos. Ela o puxou para perto, beijando seu pescoço e abdômen.

— Me deixa sentar para você, que eu alcanço e supero qualquer expectativa.

Ele riu e disse que adoraria. Ela saiu de baixo dele e viu a porta entreaberta.

— Você não fechou a porta?

Ele respondeu, apertando os se.ios dela e tirando o sutiã.

— Não. Está escuro, não dá nem para assistir com gosto. Eu adoro ter plateia.

Ela o colocou dentro de si e começou a se mover lentamente, sugando e apertando o p.au dele com a buc.eta.

— Você é muito pervertido, seu devasso.

Enchendo-a de apertos, ele a puxou para beijar.

— Sou mesmo. Você não sabe o quanto.

Ela disse que queria descobrir. O deixou extremamente excitado e o fez go.zar. Deitou-se ao lado dele, abraçada, trocando longos beijos e carícias. Rindo, ela disse que ele tinha razão, ele realmente dava cólica. Victor riu e começou a massagear a barriga dela.

— Só quando estou em abstinência, vivendo de pun.heta. Valeu a pena esperar.

Ela concordou. Outras pessoas queriam usar o quarto. Rayra foi ao banheiro, se limpou e se vestiu. Ele foi pegar o vestido dela. Quando saíram do quarto, o trisal que entrou ficou rindo e a chamou de "molhadinha", porque a cama ficou úmida.

Os dois saíram rindo, de mãos dadas, mais próximos do que nunca. Victor disse que queria ir embora cedo, mas Rayra não parava de olhar as pessoas seminuas e os casais exibicionistas. Pegou mais bebidas e quis olhar um pouco mais. Logo, foram embora. Ela só falou que estava com fome quando entrou no carro. Ainda bebendo, ela estava solta e alegre.

Victor perguntou se ela queria voltar.

— Com certeza. — ela disse, rindo.

— Mas com você na coleira, para mulher nenhuma encostar.

Ele começou a rir.

— Você não pode ter ciúmes do que não é seu.

Ela o acariciou na perna.

— E você não pode estar em dois lugares ao mesmo tempo. Eu não curto mulher. O sonho de todo homem é ficar com duas ao mesmo tempo. Você, com certeza, já fez.

Ele disse que várias vezes. Ela continuou.

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