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O magnata e a faxineira ( Desejos proibidos ) romance Capítulo 67

Ela riu, afastando-o sutilmente.

— Ah, é bom, né? Pra começar bem o dia. Me deixa ir ao banheiro antes, lavar o rosto, escovar os dentes…

Victor a deixou sair de baixo dele, mas a puxou para o lado, enchendo-a de beijos pelo corpo.

— Ah, não, fica assim mesmo. Quero te pegar de quatro.

Ela tentou se soltar fazendo charme e ficou deitada de bruços. Victor começou a mastur.bá-la, deitado quase em cima dela.

— Precisa mesmo sair? — ela perguntou, cheia de expectativas.

Ele foi abaixando o shorts, colocou a cami.sinha.

— Sim, marquei com um pessoal do trabalho. Só vamos dar uma rapidinha.

Rayra não gostou muito, mas o olhou sorrindo.

— Uhum.

Ela ficou de quatro, esperando. Victor se aproximou e a pen.etrou lentamente, acariciando o corpo dela inteiro. Eles estavam em silêncio, apenas ouvindo os suspiros e gem.idos baixinhos dela. De repente, Victor encheu a mão e deu um tapa no bu.mbum dela. Ela pulou com o susto, foi um pouco forte demais, e ela reclamou de dor, virando-se, irritada.

— Ai, cac.ete, você não… Olha, não faz isso. Não assim.

Ele começou a rir, cheio de malícia, e começou a me.ter mais rápido.

— Não assim? Então, como? Um tapinha nem dói, vai.

Ela disse, rindo, que ia dar um igual na cara dele para ele ver se doía ou não. Ele falou que ela era louca. Jamais! A pegou pelo cabelo, começou a m.eter freneticamente e go.zou, antes de a fazer alcançar o êxtase.

Ele se afastou, saiu de dentro dela, plenamente satisfeito.

— Depois a gente continua. Ainda nem comecei com você.

Ela se deitou, frustrada, e sorriu com deboche.

— Realmente. Nem começou.

Ele disse que estava atrasado, e ela respondeu, levantando-se.

— Nem vão notar, dez minutinhos apenas.

Ela foi para o banheiro, totalmente insatisfeita. Victor foi para o quarto dele, logo saiu e deu tchau, gritando do corredor. Ele foi para o clube para aproveitar o dia e começou a postar fotos de bebidas, comidas, com mulheres lindíssimas e outros homens. Rayra viu tudo e ficou imaginando o tipo de homem que ele realmente era, porque, às vezes, ela notava alguns comportamentos de que não gostava, mas achava que ainda era muito cedo para realmente conhecê-lo, desenvolver uma amizade, intimidade e parceria.

Victor passou o resto do dia fora, chegou depois das 18h, cheirando a perfume de mulher. Rayra estava na cozinha, fazendo um bolo simples de prestígio. Ele se aproximou para pegar a garrafa de água.

— Oi, e aí, descansou bem? — ele perguntou.

Ela sorriu sutilmente, cabisbaixa, mexendo o recheio.

— Sim. Dormi bastante.

Ele disse que estava cansado e que já ia deitar, assistir a alguma coisa e dormir cedo. Ela respondeu sem olhar para ele.

— Vai querer bolo?

Ele disse que não, foi para o quarto e fechou a porta. Ela ficou até tarde no andar de baixo e foi dormir sozinha.

Levantou cedo no dia seguinte, pesquisou opções diferentes para o café da manhã e arrumou a mesa com capricho. Victor levantou no horário de sempre, desceu já pronto, de roupa social, e foi direto para a mesa de jantar.

— Bom dia, Ray. Me passa os seus dados para eu marcar o médico. Vem aqui, por favor.

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