O desejo explodiu. Com a urgência de quem não podia mais esperar, Rayra e Dan se livraram das últimas peças de roupa. Os roupões caíram no chão, e a sunga e o biquíni foram descartados, expondo a pele quente e excitada.
Rayra pegou a camisinha. O tamanho e a excitação de Dan tornaram a tarefa difícil, mas ela conseguiu colocá-la, sentindo a grossura pulsante em suas mãos.
Sem pressa, mas com determinação, ela montou em seu colo, subindo devagarinho. Rayra segurou o p au duro dele e o guiou para dentro de si. O processo foi lento, uma invasão medida e profunda. Ela o olhava nos olhos e o beijava lentamente, um beijo de conexão, enquanto sentia sua bu ceta ser totalmente invadida pelo p au dele, preenchendo-a por completo.
A sensação era intensa, mas ela se concentrava no olhar e no beijo. Começou a subir e descer o quadril lentamente, espalhando a lubrificação e se acostumando à sensação gostosa e preenchedora.
Dan a acariciava com afeto, deixando-a tomar conta do ritmo. Suas mãos fortes apertavam a cintura, os quadris e o bum bum dela, incentivando a lentidão.
Rayra o beijava cada vez mais, combinando os movimentos do quadril com a pressão e o prazer, sentindo-o cada vez mais fundo.
Ela se movia em um ritmo de sucção lento, sugando o pa u dele com a bu ceta, o apertando, elevando o prazer dele a um nível insuportável de excitação. Dan fechou os olhos, com o rosto em um misto de desejo e adoração, completamente entregue ao domínio suave dela.
Ela intensificou o ritmo. A lentidão inicial deu lugar a um movimento instintivo e voraz. Ela sentiu a química e o te são, que se converteram em energia pura. Os beijos se tornaram mais ardentes, flamejantes, misturados aos barulhos da fricção deliciosa de seus quadris.
Dan soltou um gem ido baixo contra a boca dela. Incapaz de se conter apenas nas carícias, ele inverteu a posição com um movimento forte e rápido, sem sair de dentro dela. Ele a deitou no sofá grande, foi subindo por cima e começando a me ter com uma virilidade poderosa e profunda, a fazendo ge mer alto.
— Go za para mim, Ray. — ele ordenou, com a voz firme e cheia de desejo, com os olhos fixos nela.
Ele a beijou com desespero, sugando o ar de seus pulmões enquanto aumentava a velocidade. O p au dele atingia um ponto específico e profundo dentro dela a cada estocada, fazendo Rayra gritar contra a boca dele, agarrando seus ombros com força. A lubrificação era abundante, e o som dos corpos batendo, com seus gemid os, ultrapassavam a música baixa que tocava pagode.
Ele a ergueu pelos quadris, martelando o prazer em um ritmo que a levou ao limite absoluto. Ela sentiu as pernas tremerem e a visão embaçar. Toda a sua confusão, todo o seu alívio e todo o seu desejo se concentraram em um orga smo violento, que a fez gritar o nome dele enquanto se contorcia.
Dan sentiu a buc eta e o corpo dela apertá-lo em espasmos incontroláveis. Com mais três estocadas finais e profundas, ele alcançou o êxtase, gem endo alto apertando-a contra si.
Os dois ficaram ofegantes, com os corpos colados e úmidos, deitados no sofá. O silêncio que se seguiu não era de dúvida, mas de total satisfação e conexão. Toda a tensão os levou para um sex o intenso gostoso.
A respiração deles se acalmou lentamente, e o calor da exciitação deu lugar a uma satisfação profunda. Dan se afastou, beijou a bu ceta dela com provocação, sugou o clitóris inchado, falou rindo com a voz carregada de sinceridade.
— Caramba em, Ray. Valeu a pena esperar. Foi muito além do que eu imaginei. Essa sua sentada.
Ele a ajudou a se levantar do sofá, foi pegando as taças e a garrafa.
— Vamos terminar de beber isso no quarto. A cama parece um destino bem melhor agora.
Rayra não hesitou. Totalmente nua, sem constrangimento, ela caminhou na frente, exibindo o corpo suado.
— Eu ainda nem comecei, com você gato.

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