O Trigêmeos do Magnata romance Capítulo 112

O Trigêmeos do Magnata Capítulo 112

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Nenhum dos homens no grupo convidado por Anthony conseguiu continuar bebendo. Eles não tinham certeza se deveriam agir com naturalidade, já que percebiam que o evento era uma grande demonstração de força e um aviso. Mas, comparado com o resto, Lucas estava comparativamente mais calmo e, não tinha feito nada além de franzir a testa em desgosto.

Incapaz de aguentar mais, Anne gritou:

― Já chega! ―

Ela havia pensado que aquele era mais um plano para humilhá-la, mas nunca imaginara ver algo tão violento, com o objetivo distorcido de punir quem tinha abusado dela. Era violência demais e a jovem não aguentou.

A expressão de Anthony permaneceu fria:

― Não há necessidade de pedir misericórdia, eles não merecem. Continue! ―

Outro urro se ouviu e o Senhor Moore caiu no chão segurando sua mão quase decepada, enquanto o Pat tinha uma adaga enterrada profundamente em sua mão, prendendo-o ao chão de madeira. A sala privativa parecia mais um matadouro.

O chão ficou manchado de carmesim e os seguranças arrastaram os homens para fora, assim que terminaram.

O cheiro de sangue enchia o ar e nem mesmo o álcool conseguia encobrir.

Anne empalideceu. Mas, dedos fortes seguraram seu queixo e guiaram seu rosto delicado, até que ela encontrasse um par de olhos diabólicos.

― Isso é o que acontece com as pessoas que tocam em você ― ele estreitou os olhos perigosamente ― ninguém além de mim vai se envolver com você. Não há exceção. Qualquer um que fizer isso será meu inimigo. ―

Este aviso era para Lucas e Anne sabia de cor.

'Quem ele pensa que é? O que o faz pensar que sou dele? Eu não consenti com isso!' Anne pensou.

Entretanto, a jovem se afastou da mão potente e se levantou:

― Faça o que quiser. Eu vou para casa. ― Então, ela se virou e saiu correndo do bar, correndo até a rua, onde respirou fundo, buscando ar fresco. Frustração, ressentimento e tristeza a atacaram de uma só vez, trazendo lágrimas aos seus olhos.

A jovem pegou um táxi e correu de volta para seu apartamento. A urna ainda estava sobre a mesa em segurança. E a jovem caiu no chão, de joelhos, impotente e se desfazendo em lágrimas.

Sua mãe se fora e ela não tinha conseguido levar os filhos para casa. Seu coração se contorcia de dor e ela não sabia se sobreviveria a isso.

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