O Trigêmeos do Magnata romance Capítulo 113

― Vamos cuidar da mamãe! ―

― Agora somos adultos! Somos fortes! ― Disse Chris.

Anne queria sorrir, mas suas lágrimas não paravam de cair:

― Sim. Vocês são todos adultos agora. Mamãe está feliz enquanto eu tiver vocês por perto... Daqui uns dias, vamos encontrar um lugar para vovó descansar. ―

― Sim! ― Os três seguraram Anne, recusando-se a soltá-la.

Ela passou os braços ao redor deles, soluçando. A jovem não conseguia se conformar com o fato de ter reencontrado a mãe, só para perdê-la de vez, alguns dias depois. No final, a história continuava a mesma de sempre, ela e os três filhos contra o mundo.

Havia comida na geladeira e Anne começou a cozinhar para as crianças, enquanto elas brincavam. Fritando ovos, olhou o celular, para verificar a localização de Anthony, descobrindo que ele estava Grupo Arquiduque.

Ela mordeu o lábio pensativamente. Quando a mãe dela ainda era viva, Anthony não entrava no apartamento de Cheyenne, mas era óbvio que ele não precisaria mais se conter. E o que mais a preocupava era a existência de seus três filhos. Se o demônio visse as crianças, tudo acabaria, em um instante, por isso ela tinha que ter cuidado e se certificar de que todos os pertences das crianças estivessem fora de vista.

Anne não sabia quanto tempo conseguiria cuidar sozinha dos filhos e deixar Luton parecia ser a única opção viável. Se ela não pudesse deixar o país, talvez pudesse se esconder em outra cidade. Hubert era um país grande, então ela não precisava sair do país para estar segura.

Seguindo a tradição, Anne deixou as cinzas de Cheyenne dentro do apartamento por três dias, antes de depositar a urna no cemitério. Na pequena cerimônia, cada um dos trigêmeos apresentou um lírio branco.

Charlie segurou as lágrimas e disse:

― Não se preocupe, vovó, nós cuidaremos da mamãe! ―

― Não vamos deixar ninguém fazer nada ruim com a mamãe! ―

― Viremos te visitar sempre! ―

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