O Trigêmeos do Magnata romance Capítulo 118

Leia O Trigêmeos do Magnata Capítulo 118

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História O Trigêmeos do Magnata Capítulo 118

O Trigêmeos do Magnata por Internet

Depois do jantar, no caminho de volta para casa, Anne percebeu que, definitivamente, algo estava errado. Ela não tinha ideia de onde Anthony a levava, mas definitivamente não era o caminho de volta para sua casa. Ele tinha outra coisa em mente.

Mas, as crianças estavam sozinhas, há muito tempo. Como ela poderia passar a noite toda fora?

― Podemos encerrar esta noite? ― Ela perguntou.

― Oh, entendo... Você quer que o prazo seja estendido? ―

― Não! É que estou exausta. Não estragaria sua diversão se eu ficasse caindo de sono? Além de nosso encontro, foi o funeral da minha mãe hoje... ― Anne estava deprimida, mas será que o demônio se importava? Ela também não foi poupada no dia da morte de sua mãe.

A jovem sabia que precisava ser obediente para se livrar dele. No entanto, não naquela noite. Ela não podia deixar os filhos sozinhos por tanto tempo.

― Tudo bem... ― Disse Anthony, com uma voz pensativa.

Anne ficou surpresa e levantou a cabeça em descrença.

‘Ele realmente cedeu?’

― Você ainda tem meia hora. ― Lembrou Anthony.

Ela congelou, por três segundos, e entendeu o que ele quis dizer. Era sua única chance. Independentemente de sua timidez e da dificuldade de relaxar, perto do demônio, ela teria que tomar a iniciativa e provocá-lo, até o fim. Então, criando coragem, ela disse:

― Você pediu por isso! ― Anne exclamou.

Anthony ergueu as sobrancelhas de uma maneira sensual e charmosa e Anne se inclinou para frente, plantando um beijo em seus lábios finos e frios.

― Você acha que um beijo sozinho vai me fazer perder o controle? Hein? ―

Então, a jovem deu uma mordida em sua garganta. Era um ponto vital que ninguém jamais ousara tocar, muito menos teve a oportunidade de fazê-lo. Mas, ela fazia, pela segunda vez, na mesma noite. Porém, quando Anthony enrijeceu o corpo, prestes a empurrá-la, a mordida se transformou em um beijo tão gentil como se uma pena tivesse roçado sua pele.

Anthony engoliu em seco e sua respiração de repente ficou pesada.

Anne notou a reação dele e seus olhos não puderam deixar de brilhar. Um brilho de esperança.

O Rolls Royce preto estacionado na frente do prédio balançou suavemente, por cerca de quinze minutos e não estava claro se alguém iria descer ou se o veículo iria partir. Então, a porta se abriu e Anne saiu do carro.

Com medo, ela ainda hesitou, mordendo o lábio inferior, achando que, a qualquer momento, Anthony gritaria, feroz, e a puxaria pelo pescoço. Mas, isso não aconteceu e ela olhou para trás. O homem olhava para frente, impassível. A única diferença é que suas roupas estavam amassadas.

― Boa noite. ― Disse Anne, com a voz trêmula, depois de fazer contato visual com os olhos de Anthony, que eram tão escuros quanto o céu noturno.

Mas, Anthony manteve a porta do carro aberta, esticando as longas pernas para fora, enquanto acendia um cigarro. Inquieta, Anne ignorou e foi embora. O homem respirou fundo e exalou gradualmente, enquanto mantinha um cigarro entre os lábios finos. Seus olhos sombrios estavam fixos na figura esbelta de Anne.

Ela tinha conseguido se safar, mas tinha feito por merecer. Aquele era o combinado. Entretanto, ele poderia se cansar dela, mesmo antes dos seis meses.

No elevador, Anne pegou o telefone, para rastrear o paradeiro de Anthony e ver se ele tinha ido embora. Mas, o pontinho vermelho ainda não havia saído.

‘Ele não planeja subir, não é?’

Ela disse a ele que queria descansar durante a noite, então não poderia deixá-lo entrar na sua casa.

Anne caminhou lentamente, em direção a sua casa, e ficou aliviada, quando viu o rápido movimento do ponto vermelho. Só então, aliviada, ela destrancou a porta e entrou, sendo recebida pela visão dos trigêmeos sentados no chão da sala com sacos de pães vazios e migalhas por todos os lados.

― Mamãe está de volta! ― Os trigêmeos correram até ela ―

― Nós pensamos que mamãe foi levada pelo bandido! ―

― Íamos te salvar, mamãe! ―

― Olha minha faca! ― Charlie ergueu sua faca de plástico.

'Graças a Deus eu voltei. Seria terrível se eles conseguissem fugir!' Anne pensou.

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