O Trigêmeos do Magnata romance Capítulo 215

Leia O Trigêmeos do Magnata Capítulo 215 - o melhor mangá de 2020

Das histórias de Internet que li, talvez a mais impressionante seja O Trigêmeos do Magnata. A história é boa demais, me deixando com muitas expectativas. Atualmente, o mangá foi traduzido para Capítulo 215. Vamos agora ler a história O Trigêmeos do Magnata do autor Internet aqui.

Anne permaneceu em silêncio. Ela estava realmente balançada. O que Lilian tinha passado era uma coisa que não se desejava a ninguém. Entretanto, não esperava que Lilian fosse tão durona que não cederia, mesmo sob tortura.

O telefone de Tommy tocou e depois de olhar para o identificador de chamadas, atendeu:

― Olá? ―

― E-eu estou no hospital. ― A voz de Lilian estava tensa.

― Anthony liberou você? ―

― Bem, ele não tinha provas, então só podia acusar... ― Respondeu Lilian.

― Descanse bem. Vou visitá-la esta noite. ― Tommy desligou, jogou o telefone na mesa e olhou para Anne. ― Anthony deixou Lilian ir, mas isso é um erro tão irritante. ―

― Se você não tiver mais nada para me falar, voltarei ao trabalho. ― Anne se virou.

A voz de Tommy soou quando a jovem já se afastava pelo corredor:

― Embora eu tenha usado a morte de Cheyenne para agitar seu relacionamento com Anthony, o assassinato, em si, realmente não teve nada a ver comigo. ―

Anne parou de andar, mas não disse mais nada e saiu. Ela realmente não sabia se deveria acreditar nele. Não havia provas, mas deveria existir alguma verdade e isso lhe dava uma enorme dor de cabeça. No entanto, a coisa mais estranha naquilo tudo era: ‘Por que Anthony deixou Lilian ir?’

Anne não quis deliberadamente mencionar que Lilian era a atiradora porque esperava que Anthony investigasse o assunto e descobrisse mais informações privilegiadas. Ele era simplesmente imprevisível.

Assim que Anne se sentou, seu telefone tocou. Um número desconhecido apareceu na tela e ela respondeu:

― Alô, quem fala? ―

― Anne, estou no café em frente à sua empresa. Vamos nos encontrar! ―

― Eu acho que não há necessidade disso... ―

― É preciso. Se você não vier, vou até sua casa e te dou um tapa na cara! ―

Anne se sentiu impotente. Ela olhou a hora e percebeu que seu horário de trabalho havia terminado, então se preparou para deixar o prédio.

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