O Trigêmeos do Magnata romance Capítulo 422

Anne chegou em casa, tomou banho e trocou de roupa. Então, foi até a varanda e descobriu que Tommy havia saído.

Mais tarde, foi para a escola dos filhos, o que raramente fazia. Para ser exato, quase nunca fazia, o que era terrível, já que os outros pais iam para a escola dos filhos sempre que possível, não importa o quão ocupado estivessem. Por isso, por mais arriscado que fosse, seria injusto com os três pequenos se não aparecesse de vez quando. Afinal, eles nunca tiveram um pai.

Anne entrou pelo portão da escola e se dirigiu para a creche. De longe, viu muitas crianças brincando no parquinho, interagindo com os idosos que faziam aulas de educação física. De longe, era como se tivesse entrado em um paraíso de fofura.

— Charlie, Chris, Chloe? — Anne chamou, enquanto se aproximava.

Os trigêmeos, enquanto brincavam com seus outros amigos, ficaram chocados quando viram a mãe e correram, gritando:

— Mamãe! —

— Mamãe! —

— Mamãe, você está aqui! —

A jovem se agachou e eles se jogaram, um após o outro, nos braços de Anne, fazendo-a gemer e cair no chão. Mesmo assim, ela sorria de alegria e até os abraçava com força.

— Mamãe, por que você está aqui? —

— Você está aqui para nos ver? —

— Mamãe, faz tanto tempo que você não nos visita. —

A jovem ficou triste quando ouviu aquilo:

— Sinto muito por sempre estar tão ocupada. Mas, é meu dia de folga hoje, e eu vim o mais rápido que pude. Vamos, me dê alguns beijos. — Então, beijou cada um deles no rosto, enquanto riam se divertindo.

A mãe dos trigêmeos dava risadas, até o momento em que se virou para olhar em volta e encontrou Joanne parada e olhando para eles, em estado de choque. Num piscar de olhos, o sorriso no rosto da jovem desapareceu e sua expressão congelou. Ainda estava abraçada com os trigêmeos, que a chamavam de mamãe sem parar. Parecia que seu segredo tinha sido exposto no ar e não havia o que fazer. O rosto ficou pálido, enquanto afastava os filhos e se levantava. Então, com um gesto de cabeça, cumprimentou Joanne.

A mãe de Lucas deu um passo à frente, olhou para as três crianças e perguntou, com a voz calma:

— Estes são seus filhos? Todos os três? —

— Podemos conversar em particular? — perguntou Anne.

— Claro. Estou curiosa para saber o que você tem para falar. —

Depois de deixar o parquinho, as duas mulheres foram para um lado isolado, onde ainda podiam ver as crianças correndo de longe. Elas eram tão inocentes e despreocupadas, completamente alheios da luta no mundo adulto.

— Você disse que quer falar comigo em particular, então por que parece envergonhada e não diz nada? — perguntou Joanne. Sua atitude era muito mais distante e seca do que antes, completamente diferente do tratamento que Anne recebeu no restaurante, na primeira vez que se encontraram.

— Sinto muito por esconder de você que tenho três filhos. Você viu... —

Era inútil tentar negar o fato de que os tinha visto e Joanne poderia descobrir tudo se verificasse as informações das crianças na secretaria da creche. Ela ainda tremeu de descrença quando a ouviu perguntando:

— Então... Lucas não sabe disso? —

— Ele sabe... — disse Anne.

— O quê? — Joanne não conseguia acreditar que a mulher com quem seu filho queria se casar não apenas tinha um caso com Anthony, mas também era mãe de três filhos.

— Eu realmente sinto muito... —

— Por que você tem três filhos? Você é divorciada? —

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