O Trigêmeos do Magnata romance Capítulo 435

Anne não tinha mais esperança, mesmo depois de ouvir o que ele dissera.

— Pai, você não sabe da minha situação... —

— Eu sei. Isso não é um problema. Contanto que Lucas goste de você, o relacionamento entre vocês dois vai ficar bem. Eu vou resolver o resto. — Nigel tinha o rosto sério.

Mais uma vez, a jovem se sentia atordoada. Não sabia se isso era certo. E, embora Anthony fechasse os olhos para ela agora, isso não significava que não estava sob controle. Sua identidade ainda estava bloqueada, por exemplo.

— Vou dar um jeito de Anthony me dar uma resposta. Você não precisa se preocupar com isso. — O homem a confortou.

Anne balançou a cabeça.

— Pai, mas isso é um problema meu... —

— Qual é o problema? Você só precisa se interessar por Lucas. —.

Anne não sabia o que dizer, agora que Joanne conhecia as crianças, como ela deixaria o filho se casar com uma mulher assim? Quando tinha uma refeição com Lucas e a sua família, sempre pensava preocupada que os três pequenos fossem gerar um incômodo para eles. E, aparentemente, gerariam sim.

— Deixe isso comigo. Vou encontrar uma forma — disse Nigel.

E ela não fez nenhuma objeção, já que estava muito curiosa para saber se poderia mesmo resolver seus problemas. Se Anthony não se opusesse a que ela e Lucas estivessem juntos, isso significava que não estava longe de ser livre? No entanto, e a casa de Sarah?

‘Apenas... vamos com calma!’ Pensou. Se não funcionasse, não haveria outro jeito...

Então, a família Faye ofereceu um jantar em família e Nigel chamou alguém para buscar Anne, que agradeceu por ser convidada. Os três membros da família Faye estavam lá, assim como o futuro genro Anthony. Foi quase a mesma coisa que da primeira vez que se encontrou com eles, mas se sentia muito mais confortável.

Só Anthony a deixava desconfortável; sua aura era muito forte e ela se sentiu sufocada. Este era o primeiro encontro com ele desde que fora humilhada no Grupo Arquiduque há uma semana. O magnata parecia inexpressivo, como sempre.

Dorothy e Bianca sorriam e conversavam com indiferença, como se tivessem esquecido que foram elas que roubaram a casa de Anne. Aqui, apenas Nigel a aceitou verdadeiramente. Mas, ela não se importava com o que as outras pessoas pensavam.

Anne cumprimentou Nigel e sentou-se no lugar vago que ele havia deixado ao seu lado. Os olhos de Bianca olharam para ela, escondendo seu ciúme.

Dorothy disse com raiva:

— E quanto a mim? Você disse oi para o seu pai, mas não está disposta a dispensar algumas palavras para mim? Você também não conversou com sua irmã! Que pessoa arrogante! —

Bianca fez uma cara feia, ela não gostava quando Dorothy mexia com Anne na frente de Anthony, mesmo que aprovasse em particular. Então, sorriu levemente e sinalizou para Dorothy:

— Mãe, está tudo bem, ela inda não está acostumada. Devemos ser atenciosas. Anne, não se preocupe com isso! — Com aquele sorriso gentil, quem não a conhecesse pensaria que era uma boa pessoa.

— Eu sei, eu sei, minha filha é muito gentil. — Dorothy entendeu o que Bianca quis dizer, então parou de falar e elogiou a filha ao longo do caminho.

A contadora apenas os ouviu agindo na frente de Anthony como se não tivesse nada a ver com ela. Seu pai, porém, manteve o rosto firme e disse aos garçons para servirem a comida.

A comida veio com vinho tinto. Eles comeram, beberam e brincaram. Mesmo Anthony e Nigel conversaram sobre assuntos de negócios. Mas era Dorothy quem mais falava.

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