O Trigêmeos do Magnata romance Capítulo 459

Dorothy quase esbarrou em Nigel quando chegou ao escritório.

— Você parece chateado. Aconteceu algo? — Dorothy perguntou, preocupada.

— O carro que levou Anne foi encontrado. Estou indo agora lá ver. — Nigel se virou.

Dorothy ficou chocada. ‘Foi encontrado?’ Ela se recompôs e imediatamente o seguiu.

— Eu vou com você! —

Quando chegaram ao lago, Tommy e Lucas ainda estavam lá e explicaram a situação para os dois:

— O carro foi recuperado. Foi confirmado como aquele que raptou Anne. As portas do automóvel estavam abertas quando ele apareceu, mas não havia ninguém dentro. — Lucas estava pensativo e sua voz era rouca. — Além disso, a equipe de resgate disse que este não foi o local onde o incidente ocorreu de imediato. Aconteceu rio acima, acabamos de ver. Você gostaria de dar uma olhada? —

Nigel olhava para longe, nervoso. Conseguia notar que a corrente do lago era forte e o pessoal ainda estava em ação. Por que Anne estaria no lago? Preocupado com a filha, resolveu seguir Lucas rio acima, deixando a esposa para trás.

Dorothy, nesse meio tempo, ouvia atenta à conversa. Aquilo a tinha deixado nas nuvens, mas não se atrevia a expressar de qualquer forma seu prazer na frente de Nigel, mesmo que tivesse dificuldade em se segurar. Ainda mais porque parecia que Anne não tinha o destino de se casar com uma família rica, mas ainda queria brigar com Bianca. Pensar isso era engraçado.

Quando Tommy a olhou, ela mudou de súbito sua expressão para parecer sombria. Então, se aproximou e disse:

— Nenhuma pessoa foi encontrada. Isso significa que há um milhão de possibilidades por aí. Veja pelo lado positivo, Anne pode estar bem. — Como se o conflito o outro dia na mansão de Sarah não tivesse existido.

Tommy apenas desviou o olhar friamente, fingindo não ouvir nada do que ela dizia. Percebendo sua reação, a mãe de Bianca o julgo chato e foi para outro lugar mais distante, enquanto pensava no que deveria fazer logo em seguida. O que precisava fazer era claro como o dia, na verdade. Então, pegou o celular e ligou para filha:

— Oi, mãe! — Bianca atendeu.

— Deixe eu te contar uma boa notícia! — Dorothy disse, alegre.

— Que ótima notícia é essa que você está tão feliz? —

— Anne morreu. —

Bianca, cuidava da saúde e aparência da pele do rosto, sentou-se no mesmo instante.

— Morta? Tem certeza?! —

— O carro a levou fundo até o fundo de um lago. Por enquanto, não encontraram sobreviventes! — Dorothy manteve a voz baixa, mas não conseguiu esconder sua excitação.

— Isso é igual música para meus ouvidos! — Bianca riu com vontade.

— Exatamente! Agora que nos livramos desse pé no saco, nossa vida será muito mais fácil. —

— Vocês achavam que isso estava relacionado com Anthony, mas, não tem como ser depois disso. —

Dorothy pensou um pouco sobre essa ideia e disse:

— Sim, não precisamos nos preocupar mais se isso tem algo a ver com Anthony. Certo, nesse momento o que preciso é encontrar uma maneira de deixar Sarah a parte dessa situação. — Tinha um sorriso malicioso na cara.

— Isso, mamãe! Sarah vai ficar em agonia agora. —

— Você tem o número do celular dela? Eu mesmo quero contar a ela sobre esta boa notícia. — disse Dorothy.

— Sim, eu tenho. Vou desligar aqui e já te mando por mensagem. Beijo! — Bianca desligou e procurou o telefone de Sarah em sua agenda. Tinha registrado o número dela apenas no caso de um dia precisar para alguma coisa. Bem, hoje era o momento.

Enquanto isso, Sarah tinha acordado há pouco tempo e agora saboreava sua bebida de colágeno quando o celular tocou. Ela deu uma olhada e percebeu que era um número desconhecido, mesmo assim aceitou a ligação:

— Alô? Quem é? —

— Como está a vida em Santa Nila, hein? É falta de educação da minha parte não ligar por tanto tempo assim. Me desculpe. — A mulher parecia estar se divertindo enquanto falava.

— Dorothy? — O rosto de Sarah se alongou. Ela se perguntou por que ligava. O que queria? Teria descoberto que ela estava em contato com Nigel? — Qual é o problema? —

— Me diga, há quanto tempo você não consegue falar com Anne? — Dorothy perguntou.

Assim que ouviu o nome da filha saindo da boca dela, Sarah ficou alarmada. De fato, não mantinha contato com Anne há alguns dias. E Nigel afirmou que ela estava ocupada, mas será que não estava mentindo?

— Faz vários dias. O que isso tem a ver com você? —

— Anne está morta. É por isso que não consegue contatá-la. — Dorothy não pôde deixar de deixar escapar.

— O quê? Que besteira você está dizendo? Vou aí costurar sua boca sua biscate imunda. — Ela não conseguia ficar parada ouvindo alguém amaldiçoar a própria filha. — É a sua filha que morreu, não a minha!

— Tente ligar para ela. Coitada, você não tem ideia de que sua filha morreu. Pelo menos terá uma chance de voltar para Luton agora. Pensando bem, vou ajudá-la a implorar misericórdia a Anthony. Afinal, coitada de você, é o funeral da sua própria filha! — Dorothy respondeu com calma.

— Dorothy, pare de ser babaca. Não existe uma pessoa tão maliciosa quanto você na face da terra! Oh, espere, existe uma segunda pessoa sim! Bianca! —

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