O Trigêmeos do Magnata romance Capítulo 516

Qual era a relação dela com Lucas? Se fosse sobre os filhos, eles não precisariam falar sobre isso na beira da avenida. Por coincidência, o próprio Lucas sentiu que alguém o estava olhando e se virou, então teve tempo de ver o Rolls-Royce passando. Havia apenas uma pessoa em Luton que tinha aquela personalização de placa.

A noite estava envolta em escuridão, criando uma ambientação que dava às pessoas uma sensação de luto e perda. O Rolls-Royce, que obviamente não pertencia à área, entrou e parou na parte de baixo. Anthony acessou a casa de Anne, que era simples e limpa, e o cheiro doce da moça pairava no ar. Então o magnata foi até o quarto e sentou-se na beirada da cama. De repente, ele sentiu dores no estômago que o fizeram franzir a testa em desconforto. Ele abriu a gaveta e encontrou uma medicação, mas não se lembrava de ter visto aquele frasco lá antes. Será que Anne teria comprado especialmente para ele?

— Que mulher astuta. — Anthony olhou para o frasco de medicação, meio atordoado, quase o esmagando com seu aperto. — É melhor você aparecer logo. Você sabe que eu não tenho paciência... —

Depois de ficar muito tempo ali, o homem deixou a casa de Anne, mas, ao invés de descer até o térreo, ele subiu. O magnata caminhou até a porta e bateu, mas não havia nenhum som vindo de dentro do apartamento. Anthony pediu diretamente ao guarda-costas para abrir a porta, então descobriram que não havia ninguém em casa e tudo o que podiam ver eram os pertences das crianças cuidadosamente embalados. Assim, o magnata olhou em volta, sentindo que algo estava errado.

A escolinha Apogeu, Lucas, Anne, a babá, as crianças... que conexão havia entre eles? Além disso, as crianças sempre usavam máscaras cirúrgicas e ele nunca tinha visto seus pais antes. Reflexivo, Anthony saiu da residência e instruiu o guarda-costas:

— Investigue os trigêmeos e deixe as informações na minha mesa amanhã. —

A missão e o prazo foram dados, então o profissional respondeu:

— Sim, senhor Marwood. —

Anthony não voltou para o Grupo Arquiduque ou para a mansão naquela noite, mas foi para o condomínio de Julie. Ele pensou que era seu espaço privado, mas quando abriu a geladeira e viu a comida que ela guardava, o homem congelou. O magnata fechou a porta do eletrodoméstico e foi ao banheiro tomar banho. Ele não deveria ser afetado por nada daquilo. Por que o homem demoníaco sentiria como se estivesse perdendo alguma coisa por causa do desaparecimento temporário de Anne? Esse não era o estilo dele, um indivíduo poderoso, com uma carreira, uma noiva e nada a perder. Ele só... não estava acostumado com coisas acontecendo fora de seu controle.

Além disso, Anne não estava realmente morta, certo? Até que achassem o corpo dela, não havia qualquer prova. Pensando nisso, o homem terminou o banho. Quando ele saiu do chuveiro, percebeu seu telefone vibrando sobre o balcão bar. Anthony se aproximou e descobriu que era um número desconhecido. Como se sentisse algo, a expressão dele ficou fria antes de atender a ligação. Em um segundo, a voz de um homem soou:

— Senhor Marwood, sou eu, Ivan Volt! —

Anthony se sentiu sufocado e sua voz estava rouca quando ele perguntou:

— Onde ela está? —

— A senhorita Vallois está viva! —

Os músculos tensos de Anthony relaxaram e ele se virou para o closet.

— Onde vocês estão? —

Anthony trocou de roupa e voltou para Santa Nila, usando seu outro helicóptero. O homem levou apenas uma hora para chegar ao hospital.

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