O Trigêmeos do Magnata romance Capítulo 543

Anne estava de volta havia dois dias e não tinha visto Anthony. Por que ela deveria querer isso, de qualquer modo? Acontece que a mulher estava sob controle total, então por que o magnata deveria se apressar? Quando o predador não está com fome, ele brinca com a presa por um tempo, então a engole de uma só vez quando sente vontade.

Antes de ir para a cama à noite, não houve nenhuma ligação de Anthony. Diante disso, ela deixou o celular no silencioso, porque haveria o risco de que a babá retornasse e, dormindo, ela não reagisse a tempo para atender, e alguém, a mando do magnata dominador, procurasse saber da autoria do telefonema.

Quando estava prestes a pegar no sono, a moça sentiu uma atmosfera incomum no ar, como se um bandido estivesse prestes a se aproximar dela. De repente, sua cama afundou e seu corpo foi coberto por alguém.

— Mas o que é isso?! — Anne sabia quem era sem ter que abrir os olhos.

Aquela respiração dominadora e poderosa a envolveu, privando-a de oxigênio. Anthony mordeu a orelha dela e disse em voz baixa e ameaçadora:

— Ouvi dizer que você pode andar. —

A pele de Anne coçava. Ela virou o rosto, mas não conseguiu evitar. Sem aviso, os lábios finos do homem demoníaco começaram a se aproximar cada vez mais e envolveram a boca ligeiramente aberta da moça em um beijo forçado. Resignada, a mulher respirou fundo e cooperou com ele. Depois de um tempo, Anthony beliscou seu queixo e disse com voz rouca:

— Foi você quem me excitou, será responsável por saciar meu desejo? —

Anne se engasgou para respirar.

— Você está me culpando por isso? —

Olhando para sua expressão odiosa, Anthony suportou o súbito pulsar de suas veias. Seus olhos negros eram ferozes, e ele realmente queria engoli-la de uma vez só, como uma besta faria. Assim, o homem beliscou o queixo da moça com mais força.

— Tenha pena de mim, Anthony. Você não poderá mais me usar como quer, sem me machucar, não é? — Anne olhou para aqueles perigosos olhos negros, seu coração batia forte, e ela estava com muito medo de que a luxúria do magnata a prejudicasse atrasasse sua recuperação.

— Eu não sou tão desumano. — Seus olhos estavam fixos no rosto da vítima.

Anne pensou consigo mesma: 'Se ele não é desumano, quem seria?'. No entanto, ela jamais ousaria dizer aquilo em voz alta.

— Você vai dormir aqui hoje? — Perguntou a moça.

— Eu quero. —

Anne não respondeu diretamente, mas disse:

— Devo poder sair do hospital amanhã. —

— Onde você quer morar? —

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