— Não gosto de ter a enfermeira por perto, então ela fica livre quando não preciso dela. — Disse Anne.
Bianca estava com um sorriso estranho.
— Você realmente caiu porque a enfermeira não estava por perto? Não por outra coisa, certo? —
— Algo mais? — Nigel perguntou.
— Bem, eu não saberia dizer. Pai, talvez Anne tivesse algo que ela não poderia nos dizer! — Bianca fingiu presumir algo.
Nigel olhou para Anne, confuso.
— Você pode contar para o papai. Se estiver mal por algo, não esconda! —
— Estou bem, de verdade. Foi só uma queda besta, mas eu estou bem. —
Nigel e Bianca conversaram um pouco com Anne na enfermaria e depois foram embora. No meio do caminho, a moça disse:
— Pai, deixei meu telefone na enfermaria. Vou buscá-lo, está bem? Pode ir em frente, eu dirigi até aqui sozinha, de qualquer maneira. —
A porta se abriu e Anne viu Bianca voltando para o quarto.
— Não foi conveniente para mim dizer nada enquanto papai estava aqui. Na verdade, estou aqui para lhe dar uma notícia. Ouvi dizer que seus três filhos foram sequestrados e levados para fora de Luton. Isso é trágico, não acha? Você não soube de nada? Não pareceu preocupada com nada quando cheguei. —
— Eu disse que meus filhos são espertos, eles vão ficar bem. Eles estarão seguros por toda a vida. —
Bianca riu e disse:
— É surpreendente saber que você é tão esperançosa! Quer que eu consiga uma estátua para você orar? Por favor, Anne! Prepare-se para ver seus pequenos cadáveres assim que receber alta! —
— Bianca, cuidado com o que você diz! — Anne se esforçou para suprimir suas emoções, mas a mulher era mais do que insuportável.
— ... O quê?! Mas que porra! — A voz de Bianca era aguda e penetrante.
Não é de admirar que Anne não tenha respondido à altura quando ela falou sobre as crianças da enfermaria. Os pestinhas foram encontrados e provavelmente a mãe deles já sabia!
— Além disso, a mãe e o filho foram capturados e enviados para a prisão. Os policiais imediatamente encerraram a busca, foi tudo muito rápido. —
— Desde que não me denunciem, não me importo! —
— Aparentemente não há risco, então não se preocupe. —
Como Bianca não via Anthony já havia dois dias, ela dirigiu até o Grupo Arquiduque. A moça achou melhor jantar com ele naquele dia, para ter uma oportunidade de passar a noite na casa do noivo. Toda vez que o visitava, pegava o elevador direto para encontrá-lo no escritório, mas não o fazia a partir do estacionamento subterrâneo. Deliberadamente, a mulher estacionava o carro na entrada, atravessava o saguão e se destacava mais do que qualquer pessoa que estivesse por ali.
Ela queria que todos soubessem que ela era a noiva de Anthony, a futura senhora Marwood. A mulher gostava dos olhares admiradores e respeitosos de todas as pessoas, mas, principalmente, dos olhares de inveja das funcionárias.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O Trigêmeos do Magnata
Posta mais capitulos...
Li até 977 sei que tem mais de 1400 capítulos para o final vocês não vão atualizar??...
Posta os novos capítulos por favor!...
Cadê a continuação? Acaba no capitulo 908? Falta capítulos......
Onde está a continuação?...
Nossa, ter uma mãe com a Sarah, é o mesmo que ter o inimigo ao lado. O autor podia matar essa mãedrasta para ela para de prejudicar a Anne....
Gostando do livro...mas as vezes acho o Antony idiota, pois cai nas palavras da Bianca super fácil. O escritor o descreve como forte e inteligente, mas quando sec trata da Bianca é um grande tolo....
Libera mas Capitulos de 908 em diante.....
Estou lendo pela segunda vez, na minha opinião seria melhor se a Anne ficasse em coma e continuasse grávida, assim a criança nascesse e Anthony cuidava da criança, depois que a criança fizesse 1 ano Anne acordava do coma e a criança poderia ter sido uma menina....
Vai demorar muito os novos capítulos?...