O Trigêmeos do Magnata romance Capítulo 63

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Senha: O Trigêmeos do Magnata Capítulo 63

― Você tem medo de que eu exponha seu segredo? ― Cheyenne perguntou, com um brilho estranho no olhar.

Sarah se segurou ao máximo para conter sua vontade de bater nela. “Meu segredo? Esta mulher a estava ameaçando?”

― Sarah, não tenho segundas intenções com minha filha e conheço, muito bem, o meu lugar. Não tente me afastar dela, ou qualquer coisa do tipo. ― Cheyenne concluiu, com uma voz cansada.

― Impossível! Você tem que desaparecer da vida de Anne! ― Sarah discordou.

― Então não tenho mais nada para dizer. ― Cheyenne se virou, sem olhar para trás, e entrou no prédio.

Sarah ficou com tanta raiva que chutou a lata de lixo. Um cheiro ruim pairou no ar, deixando-a enjoada, e ela voltou para o carro, praguejando e soltando impropérios até chegar na Mansão dos Marwood. Mas, ainda assim, quando chegou, continuava furiosa. “Como Cheyenne pôde reencontrar Anne? Eu preciso afastá-las.”

Entretanto, Sarah não podia fazer nada e, tarde da noite, Anne retornou para a casa de sua mãe, assim como tinha prometido e, fingindo naturalidade, Cheyenne não comentou nada sobre a visita inesperada e suas ameaças.

Quando Chloe acordou de manhã, levantou a cabeça e viu a mãe dormindo, seus olhos brilharam.

― Mamãe... ― ela sussurrou baixinho.

Mas, Anne não se mexeu. Ela ainda estava muito cansada, pois seu corpo ainda tinha muitas feridas e machucados para curar. Entretanto, os outros trigêmeos também acordaram e ficaram surpresos com a presença da mãe ali.

Charlie, Chris e Chloe trocaram olhares e, silenciosamente, se aconchegaram ao corpo da mãe, tentando dormir novamente, mas estavam felizes e inquietas demais para isso. Então, sem conseguir mais se conter, Chloe colocou suas duas mãozinhas gorduchas, uma em cada bochecha da mãe, dizendo:

― Mamãe quer beijinho. ― Depois de depositar um beijo estalado, cobriu o rosto e riu.

Extasiados com a ideia, Charlie e Chris começaram a se mover, apressados, disputando quem daria o próximo beijo na mãe. E foi com essa cena que Anne se deparou, assim que abriu os olhos sonolentos.

As crianças ainda estavam com carinhas de culpa, por ter acordado a mãe, quando Anne sorriu e estendeu as mãos, para acolher o trio, dizendo:

― Pronto! Já estou acordada... ―

As crianças se espremeram, felizes, e Anne sorriu, com os olhos fechados, satisfeita por estar cercada por seus filhos.

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