O Trigêmeos do Magnata romance Capítulo 670

— Muito melhor, Kathryn disse que eu poderia sair da cama em dois dias. Mas isso é só para sair da cama... Eu queria ter alta, é chato ficar aqui. — Disse Bianca, impotente.

— Se anime, filha! — Dorothy interveio. — Anthony está aqui para ver você, afinal! Isso não é maravilhoso? Um noivo que cuida bem de você! —

— Sim. — Os olhos de Bianca fingiam gentileza.

Dorothy viu que Anthony havia se sentado e mal podia esperar para expressar o que estava pensando, então perguntou:

— Chloe está melhor? Eu estava conversando com Bianca sobre visitar as crianças. Não importa o que aconteça, as crianças também serão meus netos, quando Bianca for casada com você. —

— Ela está bem. — Disse Anthony, seco.

— É ótimo ouvir isso! Quero passar um tempo com eles, sabe? Para que, quando vocês dois tiverem seus próprios filhos, eu tenha mais experiência em ser vovó! O que acham? — Dorothy fez seu movimento no tabuleiro.

Bianca espiou Anthony e depois fingiu repreender a mãe.

— Nossos filhos? Calma, mãe! Pensaremos nisso depois do casamento. —

— De qualquer maneira, não falta muito para isso! O casamento seguirá o noivado, como de costume. — Dorothy fez uma pausa e perguntou a Anthony: — Anthony, vocês marcaram uma nova data para se casarem no civil? —

Houve um silêncio estranho depois que a mulher fez a pergunta, mãe e filha tinham o coração batendo como tambores. Bianca, nervosa, antecipava a resposta de Anthony, até que, depois de um tempo, o homem respondeu:

— Não tenho pressa. —

— Achei que você já tivesse planos. — Dorothy deu um sorriso amarelo para encobrir o constrangimento.

— Veremos, depois que Bianca se recuperar. — Anthony não tinha qualquer expressão no rosto.

— Claro, ela deve se recuperar primeiro antes de resolver isso. — O coração apreensivo de Dorothy se firmou outra vez, tirando alguma esperança disso.

O rosto de Bianca, então, recuperou um pouco da tranquilidade também.

— Ótimo, vocês dois deveriam conversar um pouco. Enquanto isso, vou dar um passeio. — Disse Dorothy, então saiu.

Bianca logo foi se desculpando:

— Anthony, sinto muito. Minha mãe ficava me perguntando sobre isso, então eu a ignorei. Não esperava que ela mesma perguntasse a você. —

— Sem problemas. —

A pianista se acostumara com aquelas respostas breves, mas ainda não se sentia segura em relação ao casamento quando o homem respondia da mesma forma. Ela se lembrou de como Anthony disse para não ir mais à Mansão Real.

— Anthony, você ainda está com raiva de mim? — Ela perguntou: — Eu não lidei bem com as coisas naquele dia e permiti que Sarah fizesse uma cena lá. Mas isso não justifica o fato de que Anne me deu um tapa e eu era inocente! Não importa o que aconteça, sou sua noiva! Ela não poderia se comportar daquela maneira, não é? As pessoas teriam a impressão de que ela era a verdadeira dona da Mansão Real. —

— Entendo. Foi uma cena horrível mesmo. — O homem resumiu.

— Sim, espero que Chloe não seja como ela. — Bianca deixou escapar.

Os olhos escuros de Anthony se estreitaram, e o homem assumiu uma postura tão arredia que até o ar ao redor deles congelou. Bianca percebeu que havia dito algo errado, ofendendo a pequena filha do magnata.

— Quero dizer, Chloe é diferente, é claro! Ela é inteligente, como você. Ela crescerá e se tornará nossa elegante senhorita Marwood. —

— Apenas descanse e se recupere. Não precisa se preocupar com o resto. —

— Certo... Obrigada. —

Anthony saiu pela entrada do hospital, então viu Nigel se aproximando.

— Onde está Anne? — Perguntou o recém-chegado.

— O que você quer dizer? — Anthony franziu a testa.

— Não consegui ligar para ela, nem para a mãe dela. Fui até a casa de Anne e depois até a mansão, mas não as encontrei em lugar nenhum. Você tem algo a ver com isso? — Nigel interrogou: — Se você ousar tocar nelas, não vou te perdoar! —

Anthony percebeu que algo parecia errado, então se lembrou da postura estranha de Anne durante o pedido de desculpas, do sorriso frio antes de sair do quarto. No mesmo instante, o homem pegou o telefone e ligou para Oliver.

— Descubra onde Anne está. — Disse, sucinto, então desligou e disse a Nigel: — Não se preocupe, ela não poderá ir a lugar nenhum. —

Seu tom era de dominação. Em seguida, ele se afastou e entrou no carro.

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