O Trigêmeos do Magnata romance Capítulo 699

No final, toda a dor valeu a pena e Anne se via determinada a nunca mais desaparecer. Ela estaria com os filhos sempre que desejasse vê-los. Assim que chegou e desceu do táxi, avistou o Rolls-Royce do lado de fora da garagem, o que significava que Anthony também estava em casa. A moça estranhou, porque esperava que o homem se apressasse para consolar Bianca. A jovem entrou no saguão e, em vez das crianças, viu Hayden se aproximando dela.

— Senhorita Vallois! —

— Onde estão as crianças? — Anne quis logo saber.

— Nos fundos, com o pai. — Hayden sorriu.

Anne correu pela mansão, que era enorme, e demorou algum tempo para chegar aos fundos. Mais uma vez, em seus pensamentos, perguntou-se por que Anthony precisava de uma mansão daquele tamanho, já que cada segundo parecia muito longo para ela. Quando chegou, ofegava, porém, ao ver os trigêmeos brincando na vasta área aberta, a mulher não se incomodou em olhar para Anthony, que se encontrava parado ao lado dos três.

— Chloe! Charlie! Chris! — Ela correu em direção a eles.

Os trigêmeos ficaram surpresos e Chris deixou rolar a bola que Charlie passou para ele. Quando perceberam quem os havia chamado, sorriram e correram em direção a Anne.

— Mamãe! —

— Mamãe! —

— Mamãe! —

— Calma. Vocês vão cair... — Anne se agachou e os trigêmeos a derrubaram no chão.

— Mamãe! — Chloe segurou o rosto de Anne entre as mãos. — Estou sonhando? —

— Não é um sonho! Mamãe chegou! — Anne deu um beijo em sua bochecha.

— Eu também quero um beijo! —

— Eu também! —

Charlie e Chris se amontoaram sobre a mãe e lhe deram beijos, até que todo o seu rosto ficou coberto de saliva. A moça riu e passou os braços em volta deles, que eram o seu tesouro. Com certeza, sentia-se a mulher mais feliz do mundo sempre que os tinha nos braços.

Anthony observou os quatro de longe, e Anne parou por um segundo para olhar para o magnata enquanto abraçava as crianças, seu coração afundou quando seus olhos se encontraram. Ela havia dito que não precisava mais ver os filhos, mas era óbvio que não era esse o caso. Isso a fez sentir que o homem perceberia fácil que era uma tentativa de enganá-lo.

— Papai disse mesmo que mamãe estaria de volta! — Charlie berrou.

— Que bom que mamãe está de volta! — Chloe fez beicinho.

— Mamãe, não trabalhe mais! Te damos o dinheiro do papai! — Chris disse.

Anne olhou para Anthony e pensou consigo mesma: 'Seu pai não é surdo. Ele pode nos ouvir!'. Sabendo que Anthony os ouvia, sabia que teria que os corrigir.

— Eu disse ao meu chefe que nunca mais viajarei a negócios! Dessa forma, terei mais tempo. Vocês são muito jovens, não preciso de seu dinheiro! —

— Então podemos ver você mais vezes? — Chloe perguntou ansiosa.

— Claro, vocês podem me ver quando quiserem! — Anne anunciou, feliz.

—Tem que jurar! — Chloe estendeu o dedo mínimo, então sua mãe sorriu e enganchou o dedo mínimo no dela para tranquilizá-la. Depois disso, Charlie agarrou um dos dedos de Anne e a puxou para o campo.

— Mamãe, jogue futebol com a gente! —

— Claro! — Anne se levantou e se permitiu ser puxada.

Charlie correu em direção à bola e a chutou com toda a força. Apesar da distância, a bola entrou no gol com facilidade. Anne ficou impressionada porque não achava que o filho pudesse ser tão preciso naquela idade.

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