O Trigêmeos do Magnata romance Capítulo 751

No fim, nenhum dos frutos do mar capturados poderiam ser consumidos. De propósito, Anthony os deixara na expectativa, sabendo que queriam experimentar comer coisas novas. Anne suspirou, porque não havia pensado que sua alergia a frutos do mar poderia se estender a ouriços-do mar. Até cogitou comer a iguaria com ovos cozidos, como tinha visto numa receita. Quando ela se virou e viu que o guarda-costas estava prestes a jogar os espécimes de volta no oceano, correu para impedi-lo.

— Por que precisa jogar fora? Eu e as crianças não podemos comer, mas os funcionários podem. Por que não servir a eles? São tantos! Podemos levar para os empregados da Mansão Real também! —

O guarda-costas se via em um dilema. Afinal, o senhor Marwood ordenou que ele jogasse o amontoado de ouriços fora.

— Calma! Vou falar com Anthony sobre isso. — Anne alcançou o magnata e argumentou. — Anthony! Anthony, para que jogar fora os ouriços? Vou embalar e levar para casa! São muitos! —

Anthony a encarou com seu olhar penetrante e concordou:

— Fique com eles, se faz questão. —

Anne olhou para Anthony e não pôde deixar de se sentir feliz. A moça observou que o homem não havia dado sugestão sobre a quem entregar os ouriços, então ela supôs que poderia dá-los a quem quisesse.

Depois da cena, o almoço foi preparado quando todos tomaram banho. Havia todo tipo de iguarias, mas não havia frutos do mar. Os trigêmeos mal podiam esperar para se sentar à mesa, então pulavam e corriam em círculos antes de se sentarem.

— É hora do almoço! —

— Estou com fome! —

— Eu também estou! —

Anne sorriu. Há poucos segundos, os três diziam que não queriam sair da água. Ao lado da mesa de jantar estava o aquário, no qual guardaram as criaturas marinhas capturadas pelas crianças, separando-as da truta coral-leopardo.

Os cinco almoçaram juntos, todos com muita fome depois da aventura no mar. As crianças gastaram muita energia enquanto estavam na água, por isso pareciam mais famintas do que nunca. O apetite era tão voraz que comeram sem falar nada, concentrados nos sabores. Embora não houvesse frutos do mar, havia todo tipo de carne, frita, grelhada e cozida, tudo cheirava muito bem.

Depois de comer e descansar, Anne sentiu-se um pouco sonolenta e deitou-se no convés. Os trigêmeos correram e a cercaram, então se deitaram sobre o corpo de sua mãe. Felizmente, as crianças não se posicionaram sobre a barriga da moça, por isso ela não se sentiria muito desconfortável.

— Mamãe, não quer brincar mais?! — Chloe beijou o rosto da mãe, fazendo a jovem sentir cócegas.

Um tanto exausta do mergulho, a moça sugeriu que as crianças se distraíssem com outras coisas.

— Por que você não cuida do seu peixe? —

— Ah! — Chloe se levantou e correu até o aquário, de modo que Charlie e Chris a seguiram. Seus três rostinhos fofos se viam pressionados contra o vidro, e seus globos oculares seguiam os peixes nadando lá dentro.

Anne olhou para os filhos, depois fechou os olhos satisfeita e sentiu o céu azul, as nuvens brancas e o mar. Havia se tornado um dia muito mais agradável do que a moça esperava, e ela só poderia ter uma experiência tão agradável quando estava com os filhos.

— Mamãe! Mamãe! A garoupa está nadando feliz lá dentro! —

— Meu peixe também está nadando feliz! —

— Eles estão todos aqui! —

Os trigêmeos voltaram para perto da moça e se deitaram ao seu lado. Depois de se divertirem a manhã inteira, perceberam que também se sentiam muito cansados. Em outros dias, não estariam tão dispostos a tirar um cochilo tão cedo.

— Vamos, vamos voltar para o nosso quarto e dormir. — Anne se levantou.

— Eu não quero dormir! — Charlie, apesar do sono, gostava de bancar o teimoso.

— Seu corpo precisa de descanso, já brincou demais! — Explicou Anne.

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