Entrar Via

Proibida de Amar Meu Marido romance Capítulo 173

O voo transcorreu sem incidentes.

Helena tentou descansar durante parte da viagem, mas o sono veio apenas em intervalos curtos e inquietos. Na maior parte do tempo, manteve-se em silêncio. Bruno, percebendo o cansaço dela, limitou-se a conversar o necessário, sem insistir em distraí-la.

Quando finalmente desembarcaram, já era noite.

O ar da cidade tinha um calor diferente, mais seco, e o movimento do aeroporto era menor do que o da capital. Um carro enviado pela empresa os aguardava do lado de fora para levá-los ao hotel onde ficariam hospedados.

Durante o trajeto, Helena apoiou a cabeça no encosto e observou as luzes da cidade passando pela janela. A exaustão do dia começava a pesar de verdade agora. O silêncio entre os dois não era desconfortável, apenas tranquilo. Bruno a observou discretamente algumas vezes, notando a forma como ela parecia recolhida em si mesma, como se, mesmo ao seu lado, ainda estivesse muito longe dali.

O hotel escolhido ficava em uma área nobre, moderna e elegante, frequentemente usado por empresários e executivos que visitavam a região por causa do setor de rochas ornamentais. Assim que chegaram, um funcionário recolheu as malas, enquanto outro os conduziu até a recepção.

O check-in já estava providenciado.

Bruno recebeu os cartões dos quartos e entregou um deles a Helena.

— Nossos quartos ficam no mesmo andar — disse ele, enquanto seguiam para o elevador. — Se precisar de qualquer coisa, é só me chamar.

— Espero que não seja necessário — respondeu Helena com um leve sorriso cansado. — Pretendo apenas tomar um banho e cair na cama.

Bruno sorriu de volta.

No elevador, Helena permaneceu em silêncio, o reflexo dos dois nas portas espelhadas mostrava uma imagem harmoniosa demais: Bruno alto, elegante, seguro; Helena serena, sofisticada, bonita. Um casal perfeito aos olhos de quem visse de fora.

Mas a distância entre o que parecia e o que de fato existia era muito maior do que qualquer aparência poderia sugerir.

Ao chegarem ao andar, caminharam lado a lado pelo corredor até os quartos. Pararam diante das portas, que ficavam a poucos metros uma da outra.

— Ainda está cedo. Se quiser, podemos jantar no restaurante do hotel. Nem que seja algo rápido.

Helena hesitou por um instante.

— Acho melhor não — respondeu com suavidade. — Estou realmente cansada. Vou pedir alguma coisa no quarto e tentar dormir cedo. Amanhã teremos que acordar cedo, e eu quero estar descansada para a visita à pedreira.

Bruno sustentou o olhar dela por um momento, e depois apenas assentiu.

— Tudo bem. Você tem razão.

Helena sorriu de leve, agradecida por ele não insistir.

— Obrigada pela compreensão.

— Descanse, então. Amanhã vai ser um dia longo.

Ela inclinou a cabeça em um gesto delicado.

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Proibida de Amar Meu Marido