Depois do pedido de casamento, a felicidade transbordava, e Ivy queria continuar a festa de forma mais íntima.
Maura e Carlos que olhavam o casal de longe, quando perceberam que os beijos se tornaram mais quentes, rapidamente entraram em suas casas que ficavam nas dependências dos empregados.
Ali no jardim florido à luz de velas, Ivy e Dante se entregaram à luxúria de seus corpos. A mesa que já estava vazia, apenas com um vaso de flores, foi o palco para os dois.
- Deveríamos ir para o nosso quarto!
- Ah não, aqui está bom - disse ela baixinho como um gato a ronronar.
- Eu me sinto um adolescente agindo assim.
Ivy sentou na mesa, abraçando a cintura de Dante com as pernas enquanto abria o cinto e zíper de sua calça.
Dante beijava o pescoço delicado de Ivy fazendo trilhas que arrepiaram sua pele, enquanto ela que já estava com seu membro na mão o punhetava vagarosamente.
Suas mãos alisavam a pele das coxas de Ivy, subindo em direção a sua intimidade, alcançando a calcinha de renda que já estava molhada.
- Você já está assim? Estava pensando nisso a noite toda não é?
- Sim, eu imaginei isso durante o nosso jantar, agora… por que você não põe meus planos em prática? - dizia ela enquanto Dante a estimulava ainda mais através da renda.
Então ele puxou a delicada renda de ladinho e a penetrou devagarinho, sentindo cada centímetro entrar.
Ivy gemia baixinho em seu ouvido a cada estocada. Ambos estavam muito estimulados e logo alcançaram o orgasmo juntos.
- Agora sim você pode me levar para o nosso quarto.
Com um largo sorriso nos lábios, ele fechou o zíper e a carregou em seus braços até a cama, onde iniciaram mais outra rodada.
A manhã seguinte amanheceu com uma luz tênue filtrando pelas cortinas do quarto, Ivy acordou sentindo a falta de Dante na cama, ele havia levantado para seu treino diário.
Com um leve desconforto ela se mexeu na cama e sentiu seu quarto girar, ficou parada por alguns minutos esperando passar, se sentou na cama com a cabeça tonta e o estômago embrulhado, uma sensação que já vinha se repetindo há alguns dias, mas não havia dado importância até então. Levantou-se com cautela, tentando ignorar a tontura e o gosto metálico na boca, mas, ao chegar ao banheiro, não conseguiu segurar e vomitou agachada no vaso sanitário.
Ela levantou e escovou os dentes, apagando o gosto ruim que havia ficado em sua boca.
Se olhou no espelho enquanto fazia um coque bagunçado quando reparou que seus seios estavam maiores.
- Não estou no meu período…que estranho…
E então uma lembrança a acertou como um soco, desde que voltou para casa ela ainda não tinha menstruado.
A dúvida estava plantada em sua mente, havia a possibilidade real de uma gravidez.
Ela se arrumou, colocou uma roupa leve e desceu para o café, onde tudo o que estava na mesa lhe dava água na boca, mas ao mastigar, lhe causava enjôo.
Maura percebeu que algo estava errado com ela.
- Você está bem?
- Sim, apenas com um enjôo.
Maura a olhou com os olhos brilhantes e um sorriso contido. Ivy percebeu a reação da senhora e logo disparou em tom seco e direto.
- Pode parar! Eu não sei ainda…
- Mas pode estar né? Quando foi a última vez que menstruou?
- Na Itália, na semana que ele voltou para cá.
Ao ouvir as palavras da garota, Maura já tinha a certeza.



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