Antecipando o que iria acontecer, Dante se precaveu ligando para Aurora pedindo para não ser interrompido por nada e nem ninguém.
Aurora se fez de desentendida, mas sabia do caso dos dois e sabia o que ambos estavam fazendo dentro daquela sala com as portas trancadas.
- Coitada da senhorita Ivy, tão bonita e tão bobinha, traída pelo marido e a prima. Que dó dela.
Aurora tinha muita simpatia por Ivy, amava ver o casal juntos para ela era o casal de contos de fadas.
Dentro da sala, Dante e Ellie estavam pegando fogo.
Sentada na mesa de Dante com as pernas abertas ela puxava ele para perto e quando o beijava.
Retirou de seu pescoço a gravata e desabotoava a camisa preta que contrastava lindamente com a cor de sua pele branca.
Dante passou a mão pela calcinha de Ellie e sentiu a umidade que saia da buceta excitada dela, sem rodeios ele puxou a calcinha de lado e enfiou nela seu dedo médio, enquanto o polegar massageava o clitóris.
- Alguém está doida para ser fodida aqui.
- Já faz muitos dias que você não me fode gatinho, você sumiu.
- Estou aqui agora e vou te foder com força do jeitinho que você gosta.
Ele tirou o dedo de dentro dela, e ela ja estava com a respiração ofegante aguardando por mais.
Rapidamente ele abriu a primeira gaveta de sua mesa, no fundo havia uma caixa de preservativo, pegou um e abriu a embalagem, olhando para o rosto luxurioso de Ellie, vestiu o preservativo com movimentos vagarosos como se quisesse torturar aquela que estava a sua frente.
Com o seu membro na mão, Dante dava leves batidas na buceta molhada de Ellie, fazendo ela soltar leves gemidos de prazer.
- Você é uma mulher muito ousada vindo na minha sala com estes trajes.
- Eu sei que você gosta de surpresas, então preparei a melhor para você - disse ela apertando um de seus seios.
Em um só movimento ele meteu fundo em sua buceta molhada, estocadas fortes e fundas a preenchiam por inteira, acelerando e desacelerando, fazendo Ellie revirar os olhos.
Cada vez mais sentia o orgasmo se aproximar e para provocar Dante, o apertou por dentro.
Com suas pernas em torno da cintura dele o apertou trazendo o quadril para mais perto. De tanto o apertar logo os dois gozaram, gemendo alto e ofegante, ambos ficaram parados olhando um para o outro.
- Você quer mesmo voltar? - Perguntou ele em tom sério para a amante.
- Claro que sim, eu só fiz aquilo porque estava com ciúmes de você, eu te amo gatinho e não gosto de saber que você pensa nela.
- Está bem, te espero amanhã aqui, no mesmo horário de sempre.
Ele se afastou de Ellie, retirando o preservativo. Fechou o zíper da calça e começou a se vestir.
Sem dar muita atenção para ela que ainda estava em cima de sua mesa, ele se arrumou passando seus dedos pelo cabelos negros bagunçados pela sessão de sexo.
- Tome cuidado com as pessoas na rua, sua ousadia da moda pode te deixar em apuros se alguém ver que você não está com nada embaixo do casaco.
- Por que você não me leva em casa? Podemos continuar a nossa diversão por lá.
- Hoje não, tenho visita dos meus pais para jantar, não posso me atrasar.
Pelo menos me leve até a porta de casa Dante.
Ele se virou e olhou para ela, seus olhos verdes estavam escuros e sua face estava séria, com o maxilar travado ele inspirou e expirou profundamente.
- Hoje não Ellie, preciso por enquanto fazer o papel de bom marido. Preciso chegar cedo em casa.
- Bom marido? Você está transando com ela? Por isso não me procurou estes dias?
- Não, sua prima ainda é virgem.
- Ainda? Você não me parece contente com isso. Pretende transar com ela Dante? Você prometeu para mim que não faria isso.
- Eu preciso fazer.

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