A noite se desenrolava perfeitamente. Dante fez tudo para reconquistar a esposa. Serviu, conversou e até sorriu. Estava agindo de forma delicada e atenciosa.
O bolo foi cortado e a champagne foi estourada. Ivy, que não era uma adoradora de bebidas alcoólicas, nesta noite compartilhou duas garrafas de vinho com Dante.
E na sala de estar, Dante puxou Ivy para dançar, ela amava dançar, já ele evitava porque nunca gostou de plateia é muito menos de aplausos.
Mas ali estavam os dois, dançando juntinhos uma música suave e lenta, com os corpos colados e os olhares unidos.
As mãos de Ivy apoiavam suavemente na nuca de Dante enquanto as dele estavam em sua cintura.
O clima estava bem romântico e envolvente, e por um impulso do desejo, Ivy beijou Dante. Um beijo de início casto e que logo evoluiu quando Dante com sua língua reivindicou espaço em sua boca. Suas mãos pousadas na cintura de Ivy começaram a apertá-la, trazendo mais para perto dele.
As mãos de Ivy se embrenharam nos negros e grossos cabelos de Dante. Iniciando assim uma série de carícias que despertaram em Ivy uma sensação deliciosa e um calor entre suas pernas.
Dante a pegou no colo e a levou para a suíte principal, que estava ornamentada com pétalas de flores espalhadas pela cama e pequenas velas aromáticas acesas em alguns cantos, com uma luz âmbar o ambiente se tornou o mais romântico que Ivy jamais imaginou.
Ele abriu o zíper de seu vestido, deslizando suavemente pelas costas, descendo a vestimenta até o chão. Junto com o vestido, ele também desceu e ajoelhado diante dela ele admirava o belo corpo de sua esposa.
E olhava para ela com olhos lascivos, e ali ele começou a doce tortura.
Ivy estava com lingerie vermelha de renda, delicada que se moldava às suas curvas.
Dante deslizou a mão de baixo para cima formando um caminho arrepiado na pele macia de Ivy, chegando até a sua intimidade. Ali naquele pequeno monte ele deslizou seu polegar vagarosamente sobre a renda, estimulando a região.
Ivy soltou um leve gemido ao sentir o toque quente de seu marido em sua pele, suas mãos estavam fechadas tentando controlar seus movimentos.
Dante ao ouvir os sons que saiam da boca de Ivy, teve certeza que deveria continuar o que havia começado.
Ele abriu as pernas dela e puxou de lado a renda vermelha que encobria a intocada xoxotinha depilada de Ivy.
Seus lábios se pousaram ali. Sua língua fez pequenos movimentos entre os lábios íntimos fazendo as pernas de Ivy tremerem. Ele começou a suga-la e continuou a acariciá-la, alimentando a velocidade, fazendo ela chegar ao orgasmo rapidamente.
Sua intenção era relaxá-la e lubrificá-la o máximo possível. Dante sabia que seu membro era grande e grosso o suficiente para que se ela não estivesse preparada, sentiria muita dor. Ele não queria que ela sentisse dor, não queria que ela desistisse novamente.
Ele retirou a calcinha dela, e subiu beijando todo o corpo, parando nos seios onde retirou o sutiã.
Ele a deitou na cama com as pernas bem abertas, dava para ver o brilho da lubrificação por toda a xoxotinha que já estava inchada de tesão.
Seus instintos mais selvagens gritavam em seus ouvidos desejando possuir da forma mais bruta e prazerosa aquele delicado corpo que se aparentava a sua frente, mas ele se controlava fortemente, não podia fazer como fazia com Ellie, não agora, não naquele local.
Ele pegou em seu membro que neste momento já estava extremamente rígido e deu leves pinceladas entre os lábios espalhando a lubrificação por toda a região.
- Isso… continua, por favor - pedia ela por mais daquele movimento prazeroso.
- Você gosta disso?
- Sim

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