Ivy acordou com o sol que tocava a pele de suas costas, ela abriu os olhos tentando se lembrar onde estava e um lampejo de memória lhe veio à tona trazendo toda a lembrança da noite anterior.
Então ela se levantou devagar sentando na cama e viu que ainda estava nua, em sua pele estava as marcas da noite quente que teve.
- Bom dia, pensei que fosse dormir até tarde.
- Bom dia, não quero desperdiçar este dia tão lindo dormindo.
- Muito bem, então vamos aproveitar.
Dante estendeu a mão para ela ajudando a se levantar.
De pé Ivy sentiu as dores da noite intensa de sexo que teve, suas costas doíam, seus seios estavam roxos e doloridos e sua buceta latejava.
Dante olhou de canto de olho e viu no lençol a marca que garantia para ele que Ivy era virgem até então e que ele havia sido o seu primeiro homem.
- Está com dor? - Perguntou ele após ver as marcas no corpo de Ivy.
- Um pouco, minha cabeça também dói, acho que exagerei no vinho. - disse ela com um pequeno sorriso vergonhoso.
- Tome um banho quente eu já trago um remédio para a sua dor.
Ele beijou o topo da cabeça dela e a deixou no quarto, Ivy fez o recomendo, tomou um banho bem quente para relaxar os músculos e diminuir a dor.
Quando saiu do chuveiro, se olhou no espelho. Seu corpo estava mais marcado do que imaginava, mas isso não a aborreceu, Ivy estava feliz, aquelas eram marcas do seu amor por Dante e agora ela era completamente dele, de alma e corpo.
No quarto Dante a esperava, vendo ela sair do banheiro, estendeu a mão entregando dois comprimidos e um copo com suco de laranja.
- Toma, vai melhorar a sua dor.
- Obrigada, mas por que dois? - Ela apontava para os comprimidos.
- Um é analgésico e o outro é a pílula do dia seguinte, não usamos camisinha ontem.
- E por que eu tenho que tomar? Somos casados, é normal um casal ter filhos não é?
- Hmm… não quero filhos agora Ivy, acabamos de nos casar, quem sabe daqui há alguns anos. - respondeu ele virando de costas para ela.
- Anos? Tudo isso Dante? Por que?
- Porque tenho apenas 24 anos e ainda não consegui estabilidade em minha carreira.
- Você trabalha na empresa da sua família, que estabilidade você está esperando?
- É sério que você está me dizendo isso Ivy? Você sabe muito bem o que eu quero.
O tom da voz de Dante era alto e seco, estava evidente que ele já estava sem paciência para a conversa, e para não brigar, Ivy preferiu tomar os remédios.
- Pronto, já tomei. Não é mais assunto. - Ela sorria, mas seu sorriso era triste.
- Tem uma mala sua no armário, se vista e vamos aproveitar o dia.
- Sim, só um instante.
Dante a deixou sozinha para se vestir, ele não gostou do rumo da conversa, não pretendia criar uma família com Ivy, mas sabendo que ela era virgem não perdeu a oportunidade de transar sem camisinha.
Ela era a única que ele poderia fazer isso.
Devido ao incômodo, Ivy preferiu colocar um vestido de manguinhas, leve e comportado.
Se encontraram na sala, a mesa estava novamente posta com o café da manhã, havia muitas coisas, pães, frutas, café e suco.

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