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Roubada no altar pelo chefe da Máfia romance Capítulo 113

Capítulo 113

Riley Black

A respiração dele ficou pesada no meu ouvido. Luca tinha aquela expressão que só aparece quando a paciência cede lugar ao instinto: maxilar marcado, olhos semicerrados, a boca entreaberta como quem está prestes a morder.

— Você sabe o que está fazendo comigo, não sabe? — murmurou, a voz baixa, rouca, carregada de ameaça doce.

— Te trazendo de volta... Se é que algum dia realmente foi meu.

— Você me tem docinho... É claro que você me tem.

Assenti com um sorriso enviesado, deixando a ponta dos meus dedos passear pelo pescoço dele. Luca não gosta de respostas fáceis; gosta de ver.

Ele passou a mão firme pela minha cintura, subindo devagar até parar no fecho da lingerie.

— Mostra pra mim, Riley… — o tom foi ordem, não pedido. — Quero ver. Quero esses peitos na minha boca agora.

Engoli seco, o corpo arrepiando inteiro. Obedeci. A renda vermelha caiu como fogo sobre minha pele, e meus seios se ergueram diante dele, livres. Luca não esperou um segundo sequer: sugou meu mamilo com força, depois mordeu de leve, como se marcasse território. Soltei um gemido que ele abafou com a outra mão, apertando firme, castigando e cuidando ao mesmo tempo.

— É isso. Eu adoro — O olhar dele subiu para o meu rosto, me incendiando. — Nunca esquece disso.

Quando senti os dedos dele descendo, deslizando pela minha pele, quase perdi o ar. Ele enfiou a mão por dentro da calcinha rendada, invadindo o espaço mais íntimo do meu corpo com a naturalidade de quem já conhece cada segredo meu. O toque era rude, direto, mas ao mesmo tempo cheio de precisão, como se soubesse exatamente onde me desmontar.

— Luca… — suspirei, a cabeça caindo para trás.

Ele mordeu meu pescoço, roçando os dentes.

— Me deixa pelo menos provar você… sentir o seu gosto, Riley. Te desejo tanto — Foi quase uma súplica, mas dita com o comando de sempre. Ele sempre deixou claro o que queria. Espero conseguir entregar a ele assim que o bebê nascer.

Antes que eu pudesse responder, ele me levantou como se eu fosse nada, e me colocou sobre a poltrona larga do quarto. A madeira rangeu sob o peso. Luca se ajoelhou diante de mim, um predador reverente. Puxou minha calcinha para o lado, o olhar cravado em mim como se fosse impossível existir outra coisa no mundo.

— Que delícia… — rosnou, quase sorrindo. — Eu adoro o seu cheiro, o seu gosto. Você é viciante, Riley.

O calor subiu pelo meu corpo quando senti a língua dele explorar cada pedaço de mim. Não havia espaço para timidez. Ele sabia exatamente como me deixar fora de mim, como me obrigar a segurar firme nas laterais da poltrona, como me fazer implorar sem dizer uma palavra.

— Luca… — gemi, arqueando o corpo. — Eu quero…

Ele levantou os olhos, a boca ainda presa em mim, e arqueou a sobrancelha.

— Diz. O que você quer, docinho?

A coragem veio junto com a urgência. Toquei o rosto dele, aproximando mais.

— Quero você na minha boca.

O sorriso dele foi lento, perigoso. Sem dizer nada, ele se deitou no tapete grosso diante da poltrona, me puxando junto, me guiando até que eu ficasse sobre ele. Era um duelo de prazer, um pacto silencioso.

Eu suguei o pau dele enquanto Luca voltou a me chupar. Aquilo era incrível.

A posição nos prendeu em um ritmo intenso, um ciclo de dar e receber que não deixava espaço para respirar. O quarto inteiro se encheu de suspiros, gemidos contidos, o som úmido da intimidade. Cada movimento dele em mim era respondido pelo meu, como se nossos corpos fossem ecos.

Entre um estremecer e outro, senti os dedos dele provocarem mais. Ousados, insistentes, explorando um limite que só ele sabia empurrar devagar no meu ânus.

— Você gosta quando eu faço isso, não é? — sussurrou contra minha pele. — Gosta quando eu mexo no seu lugar mais escondido…

Meu corpo respondeu antes da minha boca.

Eu o ouvi rir baixinho, satisfeito, antes de me virar de volta, os olhos faiscando. Ele se inclinou até meu ouvido.

— Você trouxe aquele óleo, não trouxe? — perguntou, a voz carregada de malícia.

— Está no criado… — respondi, ainda ofegante.

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