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Roubada no altar pelo chefe da Máfia romance Capítulo 36

Capítulo 36

Luca Black

A água ainda escorria pelo corpo dela quando desliguei o chuveiro. Meu olhar percorreu cada curva, lentamente. Segurei sua mão, puxando-a suavemente para fora.

— Vem cá — murmurei, pegando a toalha e envolvendo seu corpo quente.

Seu olhar era curioso, não falou mais nada.

O algodão absorveu a água enquanto minhas mãos a apertavam por baixo do tecido, não para secar… mas para sentir.

Ela arfou quando deslizei a toalha para cima, envolvendo seus ombros, deixando o resto do corpo exposto. Levei-a até a cama, e ela se sentou, ainda um pouco confusa com a minha expressão.

— Deita — ordenei, com a voz grave.

Assim que obedeceu, subi na beirada, inclinando-me sobre ela. Minhas mãos encontraram seus seios, ainda úmidos, e comecei a massageá-los com pressão lenta, leve.

— Sabe o que pouca gente entende? — minha voz saiu baixa, quase um sussurro no ouvido dela. — Os seios não são só pele e carne… eles têm milhares de terminações nervosas, conectadas diretamente à mesma região do cérebro que responde ao toque entre as pernas.

— Ah... e o que significa? — passei a palma das mãos devagar.

Ela fechou os olhos e soltou um suspiro mais longo quando minha língua traçou um círculo lento em torno de um dos mamilos.

— Quando eu faço isso… — minha boca abocanhou o mamilo, sugando de forma ritmada — …estou enviando impulsos para o seu corpo inteiro. Seu cérebro começa a liberar dopamina, ocitocina… e cada contração muscular que você sente aqui… — pressionei a mão contra o baixo ventre dela, sem tocar onde ela queria — …é o reflexo dessa ligação.

Seus quadris se mexeram involuntariamente, e eu sorri contra a pele dela. Como consegue me fazer sorrir?

— Relaxa. Deixa eu conduzir — continuei, alternando entre lamber e sugar, aumentando a pressão na medida certa. — Se eu mantiver o ritmo… seu corpo vai entender que esse prazer é suficiente para explodir. Você não vai precisar que eu toque em outro lugar.

Me inclinei mais, deixando que a ponta da minha língua brincasse com o mamilo rígido, alternando movimentos circulares lentos com sucções curtas e precisas. Minha mão livre apertava o outro seio com calma, os dedos fechando e abrindo no ritmo da minha boca.

Passei a palma inteira, depois os dedos em pinça, envolvendo o mamilo entre eles, torcendo de leve. Ela suspirou mais alto, as pernas se mexendo na cama como se quisesse encontrar apoio para conter o que estava sentindo.

— Assim… — murmurei contra a pele — você não tem controle do que vem a seguir.

Me afastei só o suficiente para alcançar o sobrelençol e puxá-lo. Joguei-o por cima de um dos seios, deixando o tecido cair e cobrir o mamilo ainda úmido.

Com a ponta dos dedos, comecei a esfregar o mamilo por cima do tecido, movimentos curtos e leves, quase preguiçosos, enquanto minha boca voltava para o seio exposto.

— Coberto muda a sensação, não é? — perguntei, sentindo o arrepio percorrer o corpo dela.

— Sim… — respondeu num sussurro trêmulo.

— Te dá a sensação do inesperado… — lambi o mamilo descoberto, sugando-o com força logo depois. — Enquanto eu toco no seu seio exposto, sua mente briga pra que eu liberte o outro… mas eu não faço. Isso torna tudo muito mais excitante.

Ela gemeu, um som mais alto, arfado, e agarrou o lençol como se quisesse arrancá-lo, mas minha mão manteve-o no lugar.

— Não, Riley. — apertei o mamilo coberto com a ponta dos dedos, firme, enquanto a boca aumentava o ritmo no outro. — Você vai sentir prazer… exatamente onde eu quero que sinta.

Seu corpo arqueou, e os gemidos começaram a se entrecortar com a respiração rápida.

Ela gemeu mais alto, agarrando meus cabelos, o corpo arqueando para cima. Minha mão apertou o outro seio, enquanto a boca trabalhava com mais intensidade.

— Isso… — murmurei, sentindo sua respiração acelerada. — Não segura… deixa acontecer.

Os dedos no mamilo coberto começaram a se mover em círculos menores, mais rápidos, quase como se desenhassem um ponto de calor que ia crescendo debaixo do tecido. Ao mesmo tempo, minha boca no seio exposto alternava entre sucções profundas e lambidas lentas, cada uma deixando minha respiração quente contra a pele dela.

Senti o corpo de Riley reagir como uma onda — primeiro um arrepio que passou pelos ombros, depois a tensão no abdômen, os quadris buscando apoio no colchão. Ela soltou um gemido curto, mordeu o lábio, mas eu não aliviei.

— Não foge… — murmurei, sem tirar a boca dela. — Deixa acontecer.

Deslizei o polegar sobre o mamilo coberto, pressionando no mesmo ritmo em que sugava o outro. Era como controlar dois mundos ao mesmo tempo — um em chamas sob minha língua, outro em agonia sob o tecido.

Ela tentou me puxar para cima, talvez buscando um beijo, mas eu não cedi. Continuei, sentindo o calor do corpo dela aumentar, a respiração acelerada que batia contra minha nuca. Só quando vi que ela estava no limite, ergui o rosto e capturei sua boca.

O beijo veio urgente, mas eu não parei o toque. Minhas mãos mantiveram o mesmo ritmo, brincando com a diferença entre o direto e o coberto, até que senti o corpo dela tremer inteiro.

As pernas se abriram instintivamente, mas não toquei lá. O quadril subiu contra o meu, e um gemido abafado explodiu na minha boca.

A tensão no corpo dela aumentou até que um gemido rasgado escapou, e ela estremeceu inteira, os músculos contraindo como se tivesse acabado de gozar.

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