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Senhor CEO, sua esposa gorda virou uma DEUSA! romance Capítulo 94

RUBI MONTENEGRO

Eu estava finalmente deitada, limpa e com o corpo relaxado sob as cobertas, enquanto Ares voltava para a sua "mesa de trabalho" improvisada ao lado da minha cama.

O telefone dele tocou. Ares atendeu e fechou a cara imediatamente.

— Diga que não estamos recebendo visitas. — ele murmurou com frieza, prestes a desligar.

— Quem você está dispensando da nossa porta?

Ares suspirou, parecendo extremamente contrariado.

— O seu chefe. Ele está no portão.

— Domênico? Então deixe ele entrar, Ares! É muita falta de educação mandar o meu chefe ir embora.

— Como se eu me importasse que o Bane me ache mal educado... — Ares bufou, e voltou o telefone para a orelha.

— Tudo bem, libere a entrada dele. E peça para a Mary guiá-lo até a suíte principal — ele ordenou de má vontade e desligou o aparelho.

Eu havia retornado as ligações de Domênico há alguns dias, pouco depois de descobrir que Ares ignorou de propósito e expliquei que estava bem, me recuperando em casa. Mas, pelo visto, ele ainda devia estar bastante preocupado, para vir me ver pessoalmente.

— Nunca vi um chefe visitar um funcionário na casa dele por estar doente. — ele resmungou, o ciúme estava pingando em cada sílaba. — Tenho milhares de funcionários e nunca fui à casa de nenhum deles. Isso não faz sentido.

Dei uma risadinha, ajeitando os travesseiros nas minhas costas.

— Talvez isso aconteça porque ele é muito menos arrogante e bem mais empático do que você, senhor Beckett.

Ares estreitou os olhos na minha direção.

— Ah, é? E você por acaso tem alguma preferência por homens empáticos, Rubi?

Antes que eu pudesse responder à sua provocação boba, duas batidas soaram na porta aberta do quarto.

Domênico entrou na suíte. Ele usava um casaco elegante e parecia genuinamente aliviado ao me ver. Mas, assim que ele pisou no quarto, Ares fechou a cara de um jeito que faria qualquer pessoa normal dar meia-volta e sair correndo de medo.

— Rubi! Como você está? — Domênico perguntou, sorrindo de forma gentil, aparentemente tentando ignorar a aura assassina do meu marido.

— Estou muito melhor, Domênico. Fico feliz que tenha vindo. — sorri para ele e bati a mão no espaço livre no colchão ao meu lado. — Por favor, sente-se aqui.

Ares se moveu na velocidade da luz.

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