Estela rapidamente voltou para o quarto após responder.
Luana hesitou por dois segundos, olhou para fora mais uma vez e finalmente voltou para o quarto principal.
Ela teve um sono raso e repleto de pesadelos a noite toda. Com o primeiro raio de sol, desistiu de tentar dormir. Levantou-se, lavou o rosto e desceu para preparar o café da manhã.
Sílvio acordou, viu seus pratos favoritos na mesa e abriu um sorriso enorme. Enquanto comia, ele olhou em volta, procurando por Sebastião:
— Luana, onde está o meu pai?
Luana bagunçou os cabelos encaracolados do menino:
— Foi viajar para Guazhou. Volta em alguns dias.
O telefone da sala tocou. Estela saiu correndo da cozinha para atender. Segundos depois:
— Dona Luana. É para você.
Luana pousou os talheres e limpou a boca com um guardanapo. Pegou o telefone das mãos da empregada.
— Alô.
Do outro lado da linha, a voz de Bernardo soou desesperada:
— Senhora. A velha Senhora Lemos não vai resistir. A senhora poderia avisar ao Senhor para voltar imediatamente?
A velha Senhora sempre foi contra o relacionamento de Luana e Sebastião. Luana a respeitava apenas por ser a avó dele, mas após ser envenenada, o respeito virou ódio.
Luana:
— Sebastião está viajando a trabalho. Ligue para o celular dele.
Ouvindo a frieza de Luana, Bernardo implorou:
— Senhora. Eu não consigo contatar o Senhor desde anteontem à noite! Primeiro ele não atendia, agora o celular está desligado. Se souber onde ele está, por favor, diga a ele. A velha Senhora está com falência múltipla de órgãos e em coma profundo. Precisamos da assinatura da família para a cirurgia, e eu não posso assinar.
O tom desesperado de Bernardo não parecia mentira.
Luana hesitou:


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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Sr. Sebastião, Tarde Demais
Fica horrível a leitura quando eles adotam essa linguagem....
Por favor, libera mais capítulos!...