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Último Desejo: a dançarina e o bilionário terminal romance Capítulo 168

"Valentina"

Com a camiseta do Dante devidamente amontoada em algum canto do quarto e as minhas mãos acariciando de forma maliciosa a linha da cintura dele, enquanto a sua boca passeava entre os meus seios e o meu pescoço, o meu mauricinho estava quase perdendo as calças sem nem perceber. E eu, já estava tão excitada que nem me lembrava mais das recomendações médicas.

Mas o Dante, embora resistisse, não era nenhum santo. Enquanto sugava os meus mamilos, a sua mão deslizou sob a minha calcinha e tocou a minha intimidade úmida e desesperada por atenção. Eu senti o sorriso dele na minha pele antes que seus dedos saíssem da minha calcinha direto para a sua boca. Ele me olhou nos olhos, sua expressão deliciada era pura excitação.

- Não vejo a hora de poder fazer tudo o que eu quero com você, gostosa! - Ele falou baixo, me instigando ainda mais.

- Só depende de você! - Eu o provoquei, passando a língua pelo seu mamilo. Ele gemeu antes de responder.

- Você sabe que não. - A voz dele saiu num fio sufocada entre as palavras e outro gemido enquanto a minha mão se enfiou dentro da calça dele e eu toquei o seu membro.

- Sorte minha então que posso fazer várias coisas que eu quero com você. - Eu o derrubei na cama e subi sobre ele enquanto beijava o seu peito, mordiscava os seus mamilos e deslizava as minhas mãos até a sua calça.

Enquanto eu o beijava, eu desfiz o botão do jeans e eu já deslizava os dedos pelo metal do zíper com um sorriso convencido, certa de que a calça jeans do meu mauricinho ia beijar o chão, selar a minha vitória na nossa aposta e eu teria o meu prêmio.

Mas o destino parecia gostar de nos jogar baldes de água gelada. No exato instante em que puxei o fecho alguns milímetros, fazendo o corpo grande do Dante tencionar sob o meu, um toque ruidoso, estridente e irritante cortou o clima entre nós.

O Dante soltou um gemido de frustração entre os dentes e deu uma risada curta, percebendo que o seu jeans continuava intacto na sua cintura. Ele havia sido salvo pelo gongo no último segundo e a nossa aposta naquele momento estava em um empate que não favorecia nenhuma das partes.

- Puta que pariu! Se for o Dornelles eu juro que vou demiti-lo com o apoio do Sr. Malta e você não vai poder fazer nada sobre isso! - Eu praguejei enquanto ele dava aquela risada sexy e despreocupada.

- Talvez o emprego do Dornelles esteja seguro, já que não é o meu celular que está tocando. - Ele respondeu, deu um beijo no meu queixo e me virou sobre a cama. Eu olhei para o meu celular que estava sobre a cômoda perto da porta do quarto. - Eu pego para você.

Ele saiu da cama e eu não tinha ideia de como ele podia estar ainda mais sexy do que nunca, descalço, sem camisa, com o botão da calça desfeito e os cabelos bagunçados. Eu não tinha ideia de como ele era melhor, indo ou vindo, e isso talvez fosse uma questão impossível de resolver.

- Eu ainda vou te lamber todinho, Dante Montenegro! - Eu prometi e ele me deu um sorriso malicioso.

- Eu estou bastante ansioso por isso, Valentina Montenegro! - A resposta ousada dele me fez sorrir antes de pegar o celular na sua mão.

Eu encarei a tela brilhante e li o nome da Tati piscando no visor. Aquilo me pareceu uma urgência. A Tati não insistia se não fosse urgente. O Dante não perguntou nada, apenas me deu um beijo rápido, passou uma camiseta branca sobre a minha cabeça e com todo o seu cavalheirismo recolheu a própria camiseta do chão e a vestiu enquanto saía do quarto fechando a porta atrás de si.

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