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Último Desejo: a dançarina e o bilionário terminal romance Capítulo 84

"Dante"

Eu tirei todo o biquíni dela enquanto devorava a sua boca. Só de sentir a pele dela completamente nua tocando o meu corpo, o meu coração disparou. Estava lá, todo o desejo louco que eu sentia por ela visível na minha ereção monumental. Eu me afastei devagar, eu precisava vê-la. Desliguei o chuveiro e comecei a descer os meus olhos pelo seu corpo muito lentamente. Por um reflexo ela quis se cobrir com os braços, mas eu não permitiria que ela se escondesse.

- Não ouse atrapalhar a minha visão! - Eu avisei, com a voz rouca e tensa, tentando conter a fúria do meu sangue enquanto meus olhos viajavam por aquele corpo delicioso. - Você é uma deusa, Valentina, simplesmente linda e perfeita. E me deixa...

Eu tirei o resto da minha roupa e dei a ela a visão do que eu sentia, peguei a mão dela e coloquei contra o meu peito, para que ela sentisse o descontrole do meu coração.

- Sente isso? - Eu perguntei e peguei a outra mão dela e coloquei sobre o meu membro. - Vê isso?

Ela fechou a mão firme ao redor e eu fechei os olhos e estremeci só com aquele toque perfeito, mas ela se assustou e afastou a mão depressa. Eu segurei a mão dela que estava sobre o meu peito e abri os olhos, a encarando com o desejo ardendo nas minhas pupilas.

- Você tem alguma dúvida de que eu te desejo? Ou melhor, eu vou falar em um idioma que você entende. - Eu decidi, a encarando no limite do meu autocontrole. - Você tem alguma dúvida de que eu sinto um tesão do caralho por você? Você ainda duvida que eu te acho uma gostosa? Você acha mesmo que eu trocaria todas as suas curvas e esses seios que me deixam com a boca cheia de água por um manequim de vitrine? Em que porra de mundo você vive que não sente o meu pau duro pra caralho na sua bunda a metade da noite? E é só a metade porque na outra metade eu tomo um banho frio e apago de exaustão de tanto me controlar para não te acordar e implorar para te foder até morrer, literalmente! Então me diz, Valentina, você ainda tem alguma dúvida de que eu te acho a porra de uma gostosa que pode me causar um ataque cardíaco e eu vou morrer de pau duro?

A Valentina me olhava de olhos arregalados, o choque da minha confissão limpando o resto do constrangimento do seu rosto. Ela abriu um sorrisinho atrevido e manhoso, os braços subindo pelo meu pescoço molhado.

- Você é um safado convincente, Montenegro! - Ela sussurrou perto da minha boca, o hálito dela me causando arrepios violentos por todo o corpo.

- E você está em maus lençois agora, Encrenca! - Eu disparei. - Eu vou te ensinar a nunca mais acreditar naquela criatura detestável e nem em ninguém que te menospreze. Mas, principalmente, você nunca mais vai duvidar do quanto eu quero você!

Eu não dei tempo para ela pensar demais, nem para o contrato nos frear. Eu puxei uma toalha felpuda da prateleira ao lado do box e sequei o seu corpo rapidamente, a guiei para a cama e a fiz se deitar. O meu corpo estava fervendo e a minha ereção era indiscutível, mas as restrições biológicas do tumor me proibiam de ir até o fim, eu precisava me manter na borda, mas eu ainda poderia fazê-la sentir pornós dois.

Eu me deitei sobre ela, me encaixando entre as pernas dela e a beijei profundamente, sentindo a suavidade do seu corpo contra o meu. Nossos corpos conversavam e se entendiam como eu nunca havia sentido antes. As minhas mãos pareciam saber exatamente como e onde tocá-la.

- Dante, não... - Ela sibilou quando eu deixei a sua boca, para beijar o seu pescoço, mas eu ignorei. - Dante, você não pode... eu não quero que...

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