POV/ DOMINIC
Assim que a porta bateu, o "robô" assumiu o comando. Eu não queria prazer, eu queria expurgar o veneno que Alessia injetou no meu sangue.
Forcei-a de joelhos contra o tapete caro. O contraste da pele clara dela contra o tecido preto da minha calça social era gritante, mas eu não via beleza ali apenas utilidade. Retirei o cinto com um estalo seco e o envolvi no pescoço dela, apertando-o como uma coleira improvisada, privando-a do primeiro gole de ar.
— Abra — ordenei. Minha voz era um trovão baixo.
Forcei o boquete com uma urgência brutal. Minhas mãos espalmaram-se em sua nuca, ditando um ritmo impiedoso que a fazia engasgar e sufocar. Puxei o cinto para cima, forçando sua cabeça a aceitar cada centímetro da minha tensão.
Depois a ajudei se levantar e a joguei-a de bruços na cama; ela usava um vestido preto de alcinhas. Não perdi tempo despindo-a. Levantei o tecido e puxei a calcinha para o lado, revelando a bunda redonda, branca como mármore, que formava um coração perfeito sob a luz fraca. Bati em sua carne uma, duas, três vezes, até a marca da minha mão ficar estampada contra suas nádegas. Ela gemia e arqueava as costas. Eu conhecia Sasha há quatro anos e ela era a minha preferida; nunca reclamava, nunca me contradizia. Apenas aceitava que eu a usasse como queria, e ela me usava de volta. Era uma relação toxicamente consensual.
Eu não faço amor; eu fodo. O sexo para mim sempre foi uma extensão do poder, uma forma de domínio. Às vezes íamos com calma, mas hoje eu tinha urgência. Eu só queria sentir a boceta apertada dela e queria que ela gozasse no meu pau. Bati em sua intimidade; estava molhada. Inseri um dedo, provocando-a com movimentos bruscos.
— Que saudade, Dom... — ela gemeu. — Eu também estava.
Abaixei minha calça e a cueca box de uma vez. Peguei a camisinha, rasguei-a e me protegi. Posicionei-me e entrei com tudo. Tive que segurá-la pelos braços para que não caísse de bruços. O barulho da nossa carne batendo, misturado ao cheiro de sexo e euforia, era viciante. Soltei seus braços e bati em sua bunda novamente. Apertei a carne, puxei o cabelo dela e estoquei várias vezes, sem parar. Ela gritava, e o som era música para o meu vazio. Mas, a cada vez que eu fechava os olhos, o sistema entrava em colapso.
Eu não via o corpo dela. Eu via os olhos verdes de Alessia me desafiando. O Capo estava sendo assombrado por sua própria mercadoria de prata.
Virei-a de costas, abri bem suas pernas e terminei de tirar a calcinha, revelando toda a sua vulva, encharcada e brilhante de desejo. Ela mordeu os lábios e sorriu para mim. — Garota safada — rosnei.
Puxei a alça do vestido, revelando os seios grandes e macios, e me enterrei nela de novo. Puxei-a para a beirada da cama para encontrar o ângulo perfeito. Apertei seus seios com força, fazendo-a delirar. Subi a mão até o seu pescoço e a envolvi com os dedos, apertando a traqueia até que seus olhos se arregalassem.
— Me olha — ordenei.

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