Após o café da manhã, Sara foi para seu quarto, pegou seu celular e começou a configurar, baixando tudo que desejava, colocando ícones fofinhos e como fundo de tela, uma imagem cheia de corações rosas, mas mesmo fazendo algo, sua mente não saia do momento com Tyler, só pensava em repetir, mas como naquele momento não havia possibilidade, decidiu que iria ligar para Lorence, então assim que terminou de configurar seu celular, o fez.
– alô, quem fala? – Lorence perguntou assim que atendeu.
– Sara, Loren.
– Oi Sara, como está? – ela perguntou animada.
– estou ótima, e você?
– Estou bem.
– pode falar agora? – Sara perguntou timidamente.
– sim, pode falar.
– bem, é sobre Tyler…
– tirou uma casquinha? – Lorence perguntou em um tom divertido
– sim, ontem tivemos um momento bem íntimo…
– transaram? – Lorence perguntou surpresa.
– não, mas…bem, foi quase, eu acho.
– o que fizeram? – Lorence perguntou e Sara tratou de contar, mas não só o ocorrido da noite passada, como o que havia acontecido naquela manhã, Lorence escutou com atenção e já estava preparada para a aconselhar e tirar dúvidas. – e como você se sentiu em relação a isso?
– foi incrível, ele tem um jeito tão maravilhoso de me deixar entregue, de conquistar meu corpo e meus toques, ele disse que estava me desejando na cama dele, mas não sei…
– se ele disse é porque está. – disse Lorence.
– mas por qual motivo exatamente? por mim, ou por seu plano? Loren, eu não quero me sentir usada mais uma vez. – disse ela com certo pesar.
– Tyler não é assim, se ele não estivesse verdadeiramente te desejando, não tocaria em você, ele disse que não faria dessa forma, conheço ele e ele cumpre o que promete.
– talvez tenha razão.
– mas se está pensando dessa forma é por que deseja o mesmo que ele.
– estaria mentindo se dissesse que não, eu desejo, desejo o mesmo que ele, nem sei o que teria acontecido se ele não tivesse saído hoje, ainda sim, não sei se teria conseguido ir até o fim.
– tudo é evolução, se é da sua vontade, se deixe levar, em algum momento vai se sentir livre e vai acontecer.
Patrick dirigia o carro, enquanto falava de tudo que poderia ser abordado naquela reunião, dos prováveis presentes nela, e vários outros assuntos importantes, mas Tyler nem mesmo escutava, sua mente estava longe, em casa, mas especificamente em Sara, Patrick ao notar que o amigo não lhe respondia, decidiu brincar.
– mas bem, na verdade eu estava pensando, você tem uma bunda bonitinha, e poderia se tornar minha gatinha, não acha, eu acho que pode dar certo, não é Tyler? – disse ele falando um pouco mais alto.
– ah, sim, acho que pode funcionar sim.
– credo, que nojo. – disse Patrick enquanto fazia uma careta.
– o que? – Tyler questionou, enfim despertando do transe.
– você nem mesmo escutou o que estava falando.
– e o que estava falando?
– ei, não late, vai acordar Sara. – ele repreendeu, o cachorro murchou as orelhas e se calou, mas já havia acordado Sara, ela esfregou os olhos e a primeira coisa que lembrou foi Tyler.
– será que ele chegou? – ela se perguntou, em seguida arrumou o travesseiro na ideia de tentar voltar a dormir, mas não conseguiu mais, e depois de trinta minutos, tomada pelo impulso da saudade, ela foi até o quarto dele, cuidadosamente abriu a porta, ao olhar, o viu sentado escorado na cabeceira, ela ficou um tanto sem graça, ele apenas sorriu.
– Rei me acordou, decidi vir ver se já tinha chegado. – contou ela.
– cheguei a pouco, acabei de sair do banheiro e deitei, vem cá. – ele chamou, ela sem demora foi, sentou ao lado dele e se deram um beijo carregado.
– senti sua falta. – ela declarou em um sussurro.
– também senti sua falta, passarinho, muito, acho que deixamos algo pendente. – Sara sorriu timidamente, em seguida sua mão deslizou pelo peito dele, em seguida pela barriga e adentrou embaixo do lençol que cobria aquela região, a surpresa veio quando chegou ao membro dele e o tocou diretamente na pele, o corpo dela estremeceu e ele disse.
– não costumo dormir de roupa passarinho.
– dorme assim, sem nada? – ela perguntou.
– sim, sem nada, não fique tímida, somos só nós dois, e eu sou bem paciente, faça o que tiver vontade, no seu tempo passarinho. – disse ele, aquela mão suave o tocando era puro tesão, com o aval dele, Sara deixou a timidez um pouco de lado e puxou o lençol, revelando o corpo dele, Tyler sorriu, ela estava cada vez mais solta, tanto que fez algo que ele não imaginava, Sara montou sobre ele, colocando uma perna de cada lado do corpo dele, acomodando sua intimidade bem sobre o membro de Tyler, que gemeu ao sentir o calor dela tão de perto, afinal, tudo que os separava era fina calcinha dela.
– eu nunca fui assim, nunca desejei alguém da forma que desejo você. – ela confessou, Tyler sorriu, delicadamente suas mãos alcançaram o quadril dela, a tocando com desejo, com paixão.
– é delicioso ouvir isso, aproveite passarinho, estou aqui pra saciar seu desejo. – lentamente Tyler a fez se movimentar, seu corpo indo pra frente e para trás, o que no mesmo instante a fez gemer, Tyler também. – meu mais novo sonho é te ter aqui todas as noites. – ele declarou, Sara apenas sorriu e continuou com sua deliciosa brincadeira.
Sara se movimentava com mais intensidade, sua intimidade bem encaixada sobre o membro dele lhe proporcionava tanto prazer que já estava encharcada, enquanto Tyler em meio a tanto prazer, se controlava para não deixar sair de sua boca as coisas mais lascivas, mas era difícil se conter e vez ou outra algo escapava.
– porra, que delícia, você rebola tão gostoso. – Sara não reparava naquilo, focava apenas em proporcionar prazer a ambos e com tanta intensidade nos movimentos, a calcinha dela acabou escorregando para o lado, fazendo com que, o contato fosse pele na pele, Tyler gemeu mais alto ao sentir, quase gozou naquele instante, Sara parou e o olhou, ofegante, com o rosto suado e levemente vermelho o cabelo bagunçado, aquela era a visão do paraíso para ela. – passarinho, se quiser parar…eu entendo. – disse ele, mesmo sem querer haviam ultrapassado o limite, e ele não queria que ela se sentisse incomoda, mas ela não queria parar, apenas estava surpresa com a sensação de senti-lo direto na pele, mas logo tornou a se movimentar, o sentindo deslizar bem em seu clitoris, aquilo arrancou um gemido de ambos.
– eu não quero parar. – disse ela o olhando nos olhos, então continuou.

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