Sara seguia no colo de Tyler, eles se beijavam intensamente, a excitação já os envolvia indicando como seria a noite dos dois.
– passarinho, vamos para o quarto. – ele pediu, estava atônito para fazê-la sua.
– amor, agora não, a noite é melhor.
– só a noite? – ele perguntou frustrado.
– sim.
– mas vai demorar demais.
– nem tanto, já está escurecendo. – disse ela em um sussurro.
– botem as roupas não quero presenciar nenhum ato libidinoso. – disse Alessandro enquanto descia a escada, Sara e Tyler riram, então ela levantou-se do colo dele e sentou-se no sofá de forma mais adequada.
– Alessandro, essa é Sara, minha esposa. – disse Tyler.
– é um prazer lhe conhecer Sara.
– o prazer é meu Alessandro. – disse ela, então se cumprimentaram com um aperto de mão, então Alessandro sentou junto a eles e deram início a uma conversa, onde começaram a contar vários acontecimentos da infância.
– caramba, vocês eram terríveis. – disse Sara animada.
– muito, ninguém aguentava a gente. – disse Alessandro.
– nem a gente se aguentava, brigávamos demais, uma vez fui pra casa da vovó brincar com o Alessandro, começamos a brigar pelo controle da tv e saímos no tapa. – contou Tyler e Alessandro continuou.
– caramba, tínhamos dez e onze anos, minha mãe deu uma surra na gente.
– depois amarrou a gente abraçados por uma hora, ela era demais, até o vovô tinha medo dela. – disse Tyler e Sara riu.
Durante o jantar, a conversa seguiu animada, Sara e Tyler por vezes se perdiam em olhares, Alessandro muito astuto, percebia o carinho e o amor com qual se olhavam, e aquilo o alegrava, pois por anos havia visto o sobrinho sendo martirizado por algo tão doloroso que nem mesmo conseguia falar. Ao fim do jantar, os três estiveram um pouco mais juntos, mas logo se deram boa noite e foram para o quarto, assim que passaram pela porta, Tyler a tomou em seus braços, a beijando com intensidade e a tocando por inteiro.
– calma Tyler, eu vou tomar um banho antes.
– posso ir com você? – ele perguntou, já imaginando lhe fazer sua no banheiro mesmo.
– não, mas prometo que vai ser rápido. – disse ela.
Após o banho, Sara passou por seu corpo o hidratante que havia comprado, em seguida colocou uma das camisolas, seu corpo exalava um perfume delicioso, atraente e sensual, ela respirou fundo se olhando no espelho, então saiu do closet indo em direção a ele, que estava sentado na cama, mas antes que pudesse chegar, ele foi até ela e a tomou em seus braços.
– onde estão as camisinhas? – ele perguntou atônito.
– coloquei na gaveta da cômoda. – em passos rápidos Tyler foi até o móvel, na gaveta olhou os vários pacotes, havia pelo menos trinta preservativos ali, logo ele se despiu, pegou um, abriu a embalagem e colocou em seu membro, rapidamente voltou ela e foi sobre o corpo dela e enquanto a beijava, a penetrou de uma só vez, a fazendo soltar um gemido alto que interrompeu o beijo.
– é tão viciante sentir essa sua bocetinha quente pulsando no meu pau.
– Tyler, te amo. – ela sussurrou manhosa, já estava rendida de prazer.
– também te amo.
Tyler era voraz, até parecia que aquela seria a última vez, os gemidos eram a trilha sonora do momento, as respirações ofegantes preenchiam o quarto, mas mesmo com a respiração acelerada, parecia faltar o ar.
– fica de quatro pra mim. – ele pediu, seus lábios ameaçando tomar os dela, mas não o fez e em instantes, ela estava de quatro e ele se enterrando por inteiro dentro dela. – boa garota. – disse ele ofegante, então deu um tapa na bunda dela que a fez gemer alto, ele sorriu, gostava de ver o quanto proporcionava prazer a ela, o quanto ela se entregava, se deixava nos braços dele para que fizesse o que quisesse. Tyler estocava com força, Sara já havia tido dois orgasmos, o corpo dela brilhava de suor, a pele arrepiava a cada movimento e ele gemia mostrando a ela o quanto era boa em dar prazer a ele. – estou quase passarinho, não posso mais me conter. – ela em resposta gemeu, ele por sua vez, segurou o quadril dela com ainda mais firmeza e aumentou as estocadas, em instantes liberou seu gozo dentro do preservativo e depois de uns segundos saiu de dentro dela. Sara deitou-se na cama, seu corpo ainda tremia, efeito de toda intensidade e excitação, ele deitou ao lado dela e a acomodou em seus braços.
– senti falta disso.
– eu também, mas ainda preciso de mais, muito mais.
– quero, também preciso disso. – ela sussurrou, e ficou em silêncio, apenas aproveitando a calmaria, mas calmaria não iria durar muito, logo estariam se entregando mais uma vez.

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