POV: SAVANNA
Sua boca descia lenta e intencionalmente pelo meu corpo. Jasper beijava cada marca, cada ferida, como se quisesse apagar minha dor com devoção. Meu corpo estremeceu sob o toque quente e cuidadoso, tão diferente do que já havia vivido antes. Ele me tratava com respeito e carinho, mas ao mesmo tempo, havia luxúria em cada gesto, paciência perversa em cada investida.
“Esse chocolate sabe exatamente o que está fazendo...” Kiara suspirou manhosa. “Vicia mais que qualquer droga.”
Quando a língua dele roçou no meu íntimo, prendi o ar, gemendo baixo, e vi o sorriso malicioso surgir em seus lábios antes de mergulhar de vez em mim. Sua língua me explorava fundo, me contorcendo em ondas de prazer, enquanto seus dedos me invadiam em movimentos firmes e deliciosos. O calor subia em meu ventre, meu corpo tremia, arfando sem controle, até que, no auge, ele parou de repente.
— Safado... — sussurrei rouca, arfando, enquanto ele subia pelo meu corpo.
Jasper riu baixo, mordendo meus lábios e roçando as presas contra minha pele sensível antes de me puxar para dentro do rio. A água morna contra meu corpo quente me fez estremecer. Ele me ergueu pela cintura, colando nossos corpos, sua boca voltou a dominar a minha, faminta, enquanto suas mãos exploravam cada curva sem pudor.
Suas garras arranharam de leve a lateral do meu quadril, fazendo-me soltar um gemido involuntário. A outra mão agarrou minha bunda em posse descarada, apertando forte, me marcando como dele. Seus dedos deslizaram pela minha coluna até a base da nuca, puxando meus fios e prendendo minha cabeça para que eu não tivesse escapatória.
— Você é minha, Savanna... — ele sussurrou devasso, o olhar queimando de desejo. — Hoje não existe recuo. Vou te fazer gozar tantas vezes que vai implorar para eu parar.
— Jasper... — arfei, entregue ao desejo, ao fogo que ele despertava em mim.
— Minha Savanna... — ele rosnou contra meus lábios, a voz grave e carregada de posse. Suas mãos firmes me guiaram até a beira da rocha, o corpo colado ao meu. Levantou minha perna e a enlaçou em seu quadril, arrancando um grunhido do fundo do peito quando sua ereção roçou direto na minha entrada, provocando um arrepio inteiro em minha pele. — Eu te amo.


Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: A LUNA HUMANA VENDIDA AO ALFA SUPREMO