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A Luna Indesejada do Alfa romance Capítulo 221

(Ponto de Vista de Kennedy)

Acordei com o corpo sendo sacudido, então puxei o ar fundo, tentando me situar, enquanto agarrava qualquer coisa ao meu redor para me equilibrar, já que minha visão ainda lutava para focar.

— Mas que porr*… A gente não tinha ido pra casa ontem? — Perguntei, reconhecendo o cheiro do Ryker, do Jeeves e do Bennet dentro do SUV comigo.

— Fomos sim, docinho… Só quis ganhar um tempinho hoje de manhã enquanto você ainda estava terminando de acordar.

— Como assim? — Bocejei, olhando em volta com calma. A floresta ali ficava ainda mais bonita no verão, quando tudo transbordava vida, e eu amava como cada canto tinha um tom diferente de verde.

— Surpresa! — Ele respondeu e logo emendou, puxando assunto com um tom mais leve: — Minha mãe e sua tia com certeza já dominaram a casa da alcateia por causa dos bebês… E a gente mal teve alguns segundos juntos, sem ser dormindo, desde antes da Amy e do Claude te levarem. Eu preciso da atenção completa da minha companheira recém-marcada. — Ele rosnou baixo, me puxando para perto, e eu acabei sorrindo.

Lá na frente, os caras já tinham noção de que não era hora de abrir a boca, principalmente depois de tudo que rolou nos últimos dias.

— Então quer dizer que a gente vai ficar sozinho? — Lancei um olhar direto para o Bennet e o Grant nos bancos da frente. Grant abriu um sorriso enorme pelo retrovisor. — Não sei se eu quero o Jeeves e o Bennet participando do nosso "tempo a sós". — Isso arrancou uma risada geral dentro do carro.

— Tarde demais, Luna. — Bennet respondeu, ainda rindo. — Acho que todo homem adulto aqui praticamente teve um orgasmo só de ver o que você fez com o Alfa quando marcou ele. A gente sabe muito bem do que você é capaz. E, olha… Ninguém vai se meter no caminho de vocês. O Alfinha ali está até falando direito e sorrindo, então ninguém é idiota o suficiente pra estragar isso.

Dessa vez, fui eu quem caiu na risada de verdade, sem segurar nada. Nunca fui tímida nesse tipo de coisa, então não ia ser agora que isso ia mudar.

— Chegamos. — Ryker murmurou contra o meu ouvido, e aquilo fez meu corpo inteiro arrepiar.

Seguimos por uma cidadezinha tão charmosa que parecia saída de um filme. Dava pra ver praticamente tudo de uma ponta à outra pela estrada principal, e, logo à frente, uma colina pequena se estendia, revelando uma cabana grande.

Tudo ali girava em tons de marrom, mas nada parecia velho ou abandonado. Pelo contrário, tudo era bem cuidado, com flores e árvores decorando os quintais, como se a própria terra tivesse moldado cada casa dali. Eu praticamente colei o rosto no vidro, observando tudo.

— Vai pular da janela de novo se eu abrir? — Bennet provocou do banco da frente.

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