Isabel tinha um irmão mais novo em casa que era muito barulhento, então era inevitável que ela não descansasse bem. Ela só podia fazer com que Isabel se mudasse o mais rápido possível.
— Dona Helena! — Isabel olhou para o vendedor. — Nós não queremos.
Depois de falar, ela tentou se levantar com dificuldade. Talvez por ter se levantado muito rápido, sua visão escureceu.
Helena a segurou rapidamente e virou-se para o vendedor. — Passe o cartão!
O vendedor, vendo a situação, passou o cartão rapidamente. Só um tolo abriria mão da comissão.
No final, compraram o apartamento no Residencial Diamond, e Isabel ficou com o rosto cheio de emoção.
As duas se separaram às seis da tarde.
Helena foi à empresa de Valentino. Ela não conseguia esperar nem mais um segundo, estava ansiosa para saber o que Valentino pensava.
No entanto, quando estava prestes a subir, foi parada pela recepcionista.
— Senhora, o Sr. Monteiro disse que, se você tiver algo a dizer, diga em casa. A empresa é o local de trabalho do Sr. Monteiro.
Helena parou. Ao ouvir as palavras da recepcionista, suas mãos tremeram de raiva.
— E se eu insistir em subir? Vai chamar os seguranças para me expulsar?
A jovem recepcionista respondeu tremendo: — Não... não ouso.
— Então saia da frente!
O elevador exclusivo do presidente se abriu, e Valentino viu Helena irritada de relance.
— Mãe, se tiver algo a dizer, vamos conversar no meu carro.
Helena lançou um olhar feroz para Valentino, e mãe e filho caminharam para fora ao mesmo tempo.
Dentro do carro.
Os dois sentaram-se no banco de trás.
— Mãe, você pode não ir à empresa me incomodar? — A linha da mandíbula de Valentino estava tensa, e seus olhos mostravam descontentamento.

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