— O Valentino odeia ser manipulado, e você...
Isabel choramingava, limpando as lágrimas com as mãos: — Dona Helena, eu sei que errei, me ajude, por favor, pelo menos pela criança na minha barriga.
— Você o drogou e ainda por cima não conseguiu segurar o Valentino, empurrando-o para a Aurora. Você realmente perdeu em todas as frentes!
Helena lançou um olhar de decepção para Isabel: — Talvez eles ainda não tivessem chegado aos finalmentes, e você foi lá e ajudou a Aurora indiretamente.
— Além disso, se ia fazer algo, por que não me avisou antes? No seu coração, o que você acha que eu sou? Uma ferramenta para se aproximar do Valentino?
Helena ficava cada vez mais irritada. Ela tinha se esforçado tanto para ajudar Isabel.
E ela executou outro plano sem dizer uma palavra.
— Dona Helena, eu errei! Eu realmente errei! Eu só amo demais o Valentino, eu só podia usar esse método para segurá-lo.
Isabel estava com os olhos vermelhos: — Eu não a vejo como uma ferramenta, eu realmente a considero como família, por isso pensei na senhora em primeiro lugar.
Helena sentiu que algo estava errado. Já que Isabel estava grávida, como ela poderia drogar Valentino?
Ela não tinha medo de que a relação causasse um aborto?
Será que ela não estava grávida coisa nenhuma?
— Isabel! Me diga, você está ou não esperando um filho do Valentino?
Isabel levantou os olhos, encontrou o olhar severo de Helena, e seu coração tremeu.
Seus olhos se encheram de mágoa, como se tivesse sofrido um grande golpe: — Dona Helena, a senhora não acredita em mim?
— Bebê, o seu pai não nos quer, e até a vovó não acredita em mim. Se é assim, melhor nós dois morrermos! — gritou Isabel desesperada.
Depois de falar, Isabel correu tropeçando em direção à rua.

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