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A Mulher que Fez o CEO Mais Frio Chorar na TV romance Capítulo 676

Assim que Wellington colocou os pés fora do prédio da empresa, seu caminho foi bloqueado de repente. Antes mesmo que o alarme de perigo soasse em sua cabeça, Sebastião já havia passado o braço ao redor do pescoço dele com uma intimidade forçada e assustadora.

— E aí, moleque! Vai fingir que não me conhece agora? — Exclamou Sebastião, exibindo um sorriso largo. — Vem cá, vamos colocar o papo em dia.

— Espera aí, quem é você? — Wellington tentou se soltar à força, mas sentiu uma pressão esmagadora na nuca.

Num piscar de olhos, ele foi empurrado com brutalidade para o banco de trás de um carro.

O pânico tomou conta de Wellington ao perceber que as travas de segurança já haviam descido. O veículo havia se tornado uma gaiola sem saída, impedindo qualquer tentativa de fuga.

— Você é o Wellington, certo?

A voz suave o fez congelar. Ele virou o rosto com lentidão e se deparou com uma mulher de beleza estonteante sentada ali no banco de trás, observando-o.

Um sorriso polido despontou nos lábios de Luana.

— Não precisa ficar tão tenso. Vamos apenas procurar um lugar calmo para conversar.

— Quem... quem diabos são vocês? — Ele engoliu em seco, o peito pesado pela culpa dos próprios atos e pelo medo do que estava por vir.

— Considerando que viemos atrás de você, acho que já deve ter uma boa ideia do motivo. — Respondeu Luana com indiferença, folheando uma revista sem dar muita atenção a ele.

O silêncio reinou no veículo. Após uma eternidade de tensão, ele reuniu coragem para perguntar:

— Para onde vocês estão me levando?

Luana fingiu não escutar.

Ao lado dele, Sebastião deu um tapinha pesado em seu ombro.

— Relaxa um pouco, garoto! Por que essa tremedeira toda? A gente não morde, fica frio.

Apesar do tom descontraído, o corpo de Wellington tremia sem parar. Luana lançou um olhar de soslaio para ele, frio e calculista. Era óbvio que o peso na consciência o impedia de encontrar qualquer resquício de calma ou conforto na situação.

O carro percorreu um trajeto longo e sinuoso até estacionar sob a imensa estrutura da ponte que cortava o rio. O local era ermo, envolto por uma penumbra assustadora e pelo barulho constante da correnteza das águas.

Ao ver o cenário deserto, Wellington se recusou a descer de qualquer jeito. Sem um pingo de paciência, Sebastião o agarrou pelo cangote e o arrancou do veículo, jogando-o no chão.

O motorista, que era um capanga de confiança, agiu com naturalidade ao dar apoio e confiscar o celular da vítima num movimento rápido e coordenado.

— O que vocês querem de mim? Eu... eu juro que não sei de nada! — Wellington implorou, a voz embargada pelo choro, enquanto os joelhos vacilavam na terra solta.

Capítulo 676 1

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