— O que quer dizer com isso? — ela perguntou.
— Significa que eu não me importo que vejam. Na verdade é bom que saibam de uma vez que você é minha.
Lucretia o empurrou.
— Já disse que não sou uma propriedade! E você não está se referindo a mim como “sua fêmea”. Então, não!
Ela ajeitou a roupa e começou a se afastar, mas Rhys a segurou por trás, enlaçando-lhe a cintura e a puxando mais para ele. A boca dele estava no pescoço dela.
— Você é minha noiva, esqueceu disso?
Lucretia engoliu em seco. A voz dele, tão perto, o hálito fazendo cócegas na pele dela…
— Não foi apenas para me tirar do problema?
A testa de Rhys se franziu e ele foi para frente, fazendo Lucretia fazer o mesmo, até que ela estava apoiada em uma cerca baixa de concreto.
— Achou que foi fingimento? Não foi você que me pediu para casar? — ele perguntou e lambeu a pele de Lucretia. Ela soltou um gemido. Uma mão dele começou a levantar o tecido do vestido dela. — Você fica linda de vermelho. Vou garantir que sempre tenha camisolas dessa cor.
— Rhys…
— Isso, chama meu nome. — Ele falou e mordeu de leve o pescoço de Lucretia. O desejo o fez sorrir, de olhos fechados. — Você é minha fêmea, Lucretia. Eu disse que não pretendia me divorciar.
Ele virou o rosto dela e a beijou, de maneira sexy, pedindo mais, exigindo que ela se entregasse a ele. E Lucretia não resistiu, mesmo que o cérebro dela não conseguisse pensar direito.
Rhys adorava chupá-la, mas ele precisa estar dentro, naquele momento. Ele precisava se unir a ela, sentir o calor dela em volta dele.
Ele abriu uma das nádegas dela e Lucretia sentiu o vento frio entrando nela, antes que a cabeça do membro quente e duro de Rhys encostasse na porta encharcada dela e começasse a esticá-la. Ela sorriu. Aquela sensação era deliciosa. Ele era imenso, esfregando-se nas paredes dela com a pressão perfeita.
Ele a mordeu, várias vezes, mas sem a marcar. Quando estava nos braços dele, já quase dormindo, o ouviu falando, como se dissesse para si mesmo, que ela nunca mais se livraria dele.
Ela sorriu. Quando as coisas tinham mudado tanto? Ela não o amava, mas definitivamente não o odiava mais.
O café da manhã foi servido a ela no quarto, pela jovem que foi agradável com ela. Liliana, era o nome da jovem.
— Onde está o Alfa?
— Na Ala de Treinamento, senhorita. — A moça falou, timidamente.
— Obrigada. Pode ir.
Depois do café, Lucretia tomou banho, se arrumou e foi até a academia. Ela precisava conversar com Rhys sobre a ida dela para o bando.

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