Theo pegou um taco adequado para ela e o entregou em sua mão, seus dedos roçando acidentalmente a palma dela, trazendo uma leve sensação de formigamento.
— Segure firme.
Beatriz segurou como instruído, mas sua postura parecia um pouco rígida.
— E depois?
No segundo seguinte, o homem se aproximou suavemente por trás dela.
O peito largo quase encostou em suas costas, a respiração morna caiu na ponta de sua orelha, e o corpo dela ficou ainda mais rígido!
Theo cobriu as costas da mão dela com uma das mãos, envolvendo firmemente a mão que segurava o taco, enquanto a outra mão pairava na cintura dela, ajudando-a a ajustar a postura.
— Relaxe o corpo, não fique tão tensa.
A voz era grave e magnética, e cada palavra parecia uma pluma roçando em seu coração.
A ponta das orelhas de Beatriz esquentou instantaneamente, e até sua respiração perdeu o ritmo.
A palma da mão dele era morna e forte, com calos finos, pressionada contra as costas da mão dela, e cada movimento sutil era claramente perceptível.
A mão na cintura não tocava de verdade, mas trazia um forte senso de posse, deixando-a totalmente envolvida em seus braços, sem escapatória.
— Deixa eu tentar sozinha. — Ela lutou baixinho.
Theo deu uma risada baixa e se aproximou ainda mais por pura provocação. — O que, com medo de que o meu tio veja?
— Theo, ele é seu tio, o nosso tipo de relacionamento de antes não pode continuar...
Os lábios frios tocaram as orelhas avermelhadas dela, perguntando mesmo sabendo a resposta: — Que relacionamento nós tínhamos antes?
Beatriz ficou um pouco irritada e instintivamente tentou se esquivar.
— Não se mova. — O tom dele era leve, mas carregava uma dominância irrecusável. — Vou ensinar esta tacada.
Ele a guiou lentamente no balanço para trás e depois empurrou para frente, com o movimento hábil e fluido.

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