Os subordinados na porta ficaram imóveis, e mais dois homens desceram correndo das escadas, cercando-a no centro.
Com expressão de pânico e voz instável, ela gritou: — O que vocês querem?
— A paz é o mais importante nos negócios. Eu não quero dificultar as coisas, então não me force. — Cássio foi até ela com o tablet e o entregou com um sorriso falso: — Transfira o dinheiro e pode ir embora com o material.
— Eu não vou transferir nada!
Isadora atirou o braço com força, derrubando o tablet no chão.
A expressão de Cássio escureceu e ele levantou a mão para lhe dar um tapa forte.
— Pá! —
O estalo ecoou pelo cômodo. A força foi tanta que Isadora ficou tonta, caiu no chão, e sua bochecha inchou a olhos nus.
A mente dela ficou em branco, completamente atordoada.
A voz fria de Cássio soou perto do ouvido: — Dêem o tablet logo a ela.
Um dos subordinados pegou o tablet e colocou de novo na frente dela.
— Eu não vou transferir! Você se atreveu a bater em mim, Cássio. Eu não vou deixar barato!
Como a segunda filha mimada da Família Cavalcante, ela sempre viveu de forma arrogante e tranquila por mais de dez anos. Quando tinha passado por um tratamento tão humilhante?
— É? Quero ver como vai fazer isso. — Cássio zombou, olhando com desprezo. — Família Cavalcante? Eu nunca liguei para eles!
— Eu vou acabar com você!
Isadora se levantou com dificuldade e avançou dando socos como uma louca.
A crueldade piscou nos olhos de Cássio e ele lhe deu um chute no estômago sem piedade.
Isadora voou longe e agarrou o estômago. O rosto estava pálido e ela não conseguiu se levantar por muito tempo.

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