Entrar Via

A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 342

POV: MOON

Fiquei olhando.

A saia na cintura. Os peitos nus. As pernas trêmulas. O pau dele esperando. A ideia bateu inteira: aquilo ia entrar na minha bunda. Na cadeira dele. No meio da manhã. Meu Deus.

— Christian, isso não vai…caber.

— Vai. Eu já entrei uma vez. Vou entrar de novo.

Desci da mesa com as pernas moles. Os saltos tocaram o carpete. Dei dois passos e parei na frente dele, entre as pernas abertas. De perto, o corpo moreno ocupava a cadeira inteira. O peito largo. O abdômen marcado.

Aí eu vi o metal.

Dois piercings. Um em cada mamilo. Argolas escuras, simples, cravadas na pele. Estiquei a mão sem pedir. O dedo tocou o ferro frio. A argola se moveu. O mamilo dele endureceu na hora. Ele soltou o ar pelo nariz e segurou meu pulso.

— Nossa. Seus piercings.

— É.

— No começo eu pensei que eram brincos. — A voz saiu baixa. — Quando você… eu estava com a faixa. Eu não via. Eu só tocava.

— Não é brinco.

Passei o polegar na argola de novo, devagar. O corpo dele retesou debaixo do meu dedo.

— Então a gente combinou.

— Mas o seu está em um lugar muito mais interessante ele me disse.

Ele sorriu de lado. Ele soltou meu pulso, inclinou o corpo para o lado e abriu a gaveta da mesa. O som da madeira foi curto. Quando a mão voltou, vinha com um pacote e um vidro.

Camisinha. Lubrificante.

Rasgou o plástico com os dentes. Tirou a camisinha. Segurou o pau com uma mão e rolou o látex com a outra, até a base. Por cima, o tamanho ainda assustava. Grosso. A cabeça marcada. Ele abriu o vidro, despejou na palma, espalhou no pau inteiro e passou o que sobrou nos dedos.

— Vem cá.

Segurou minha cintura e me puxou para o colo me ajeitando, de frente para ele, as coxas abrindo em volta daquele quadril largo.

O pau bateu na minha barriga, quente, duro, grande demais. O metal dos peitos dele encostou nos meus.

Olhei para baixo.

O pau parado embaixo. O piercing do meu clitóris brilhando no meio. A distância entre os dois.

— Meu Deus…

— Olha para mim.

Olhei. Os olhos escuros. O maxilar travado. As mãos nas minhas laterais, me segurando no ar por cima dele.

— Devagar. Eu te seguro.

CAP. 367 - Dói. Ainda dói. Uma pressão chata, quente, que fazia a barriga tremer. 1

Verify captcha to read the content.VERIFYCAPTCHA_LABEL

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário