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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 343

POV/ MOON

Não consegui responder. Só respirava. Curto. Sentada no colo do meu diretor, a saia na cintura, o pau enterrado na bunda, o piercing do clitóris preso entre a gente.

Ele segurou meu queixo. Os olhos escuros perto demais.

Os lábios dele encostaram nos meus.

Devagar. Sem pressa. A boca quente cobrindo a minha enquanto eu ainda estava cheia dele, partida, tentando lembrar como se respirava. A língua passou no meu lábio de baixo, pediu passagem, e eu abri a boca. O gosto dele entrou. Eu soltei o ar contra a boca dele, um som baixo, e as mãos subiram do ombro para o pescoço, para a nuca, agarrando o cabelo curto.

Ele não aprofundou à força. Ficou ali. Me beijando por dentro, lento, como se o pau grosso no meu cu não fosse o suficiente e ele ainda precisasse da minha boca. O polegar acariciou meu queixo. O outro braço segurou minhas costas.

Quando a boca dele desceu, foi para o maxilar. Depois para o pescoço. Os lábios abertos na pele, quentes, a barba curta raspando. Eu joguei a cabeça para o lado. Ele achou o lugar abaixo da orelha e ficou. A língua. Um puxão leve de lábio. O pau latejou dentro de mim e o ardor pulsou junto.

— Moon — falou na minha pele.

A boca desceu mais.

Atingiu meu peito. Os lábios fecharam no mamilo. Quente. Molhada. Ele puxou devagar, a língua na ponta, e um fio direto desceu até o clitóris. Meus quadris se moveram sozinhos no colo dele. O pau se mexeu um milímetro dentro do meu cu e a queimação voltou, curta, fundo.

— Christian…

Ele trocou de peito. A palma cobriu o outro. O polegar na ponta. A boca chupando, sem pressa, como se tivesse o dia inteiro e aquela cadeira fosse só nossa. O metal do piercing dele roçou minha barriga quando ele se inclinou. Eu olhei para baixo e vi a cabeça dele no meu peito, a boca ocupada, o cabelo curto entre os meus dedos.

— Mexe quando aguentar — murmurou contra o mamilo, a voz rouca. — Sem pressa.

Esperei. Um segundo. Outro. O ardor baixou de queimação para peso. Ainda doía. Mas já dava para respirar em volta. Apoiei as mãos nos ombros largos. Subi um pouco.

O pau escorregou para fora, não inteiro, e a carne puxou com ele. Um gemido saiu da garganta. Desci. Ele entrou de novo, fundo, e a queimação voltou mais curta, mais misturada. Fiz outra vez. Curto. Para cima. Para baixo. Cada descida queimava e enchia. Cada subida puxava um som da garganta dele, grave, preso no peito.

A boca dele não saiu do meu peito.

Ele chupou no mesmo ritmo em que eu descia. A língua na ponta. Os dentes raspando de leve. A outra mão subiu, segurou meu rosto, e me fez olhar para ele enquanto o pau ia fundo na bunda.

— Isso. Olha para mim.

Olhei. Os olhos escuros. A boca vermelha, molhada do meu peito. Ele puxou meu rosto para baixo e os lábios dele cobriram os meus de novo, no meio do movimento, a língua na minha boca no mesmo segundo em que o pau voltava inteiro. Eu gemí contra a boca dele. Ele engoliu o som.

As mãos grandes foram na minha cintura e me ajudaram. Me ergueram. Me enfiaram de volta. Devagar. O pau entrou fundo na bunda a cada vez, até o fim, e a saia enrolada na cintura esfregava entre a gente. O clitóris bateu na pélvis dura dele. Molhado. Direto. E o piercing foi junto.

O metal arranhou a pele dele.

A faísca subiu tão rápido que meus dedos cravaram nas costas. Não era só o clitóris. Era a argolinha presa no meio, sendo esmagada, puxada, arrastada na pélvis a cada descida. Um ponto pequeno e cruel. Gostoso demais no meio da dor.

— Assim — ele mandou, baixo, a boca voltando para o meu peito. — Mexe. Usa o meu corpo.

Movi o quadril para frente.

O piercing do clitóris arranhou de novo. Mais forte. Uma fisgada quente, reta, que fez a buceta contrair no vazio. Fiz outra vez. Ele segurou minha bunda com uma mão. A outra subiu, apertou meu seio, e a boca fechou no mamilo com mais força. Estocadas curtas. Profundas. Ainda devagar. O pau saindo quase inteiro e voltando até o fim, abrindo, queimando, enchendo. A cadeira bateu leve no chão. O couro cantou.

O segundo orgasmo estava vindo diferente. Mais fundo. Mais sujo. Montada nele, o cu cheio, o clitóris e o piercing esfregando na pélvis a cada movimento, a boca dele no meu peito.

Inclinei o corpo. As argolas dos mamilos dele roçaram as minhas. Metal em metal. Frio. Estranho. Desci a boca sem pensar e puxei um piercing com os lábios. O gosto era pele, sal, ferro. O corpo dele endureceu debaixo do meu. Um som grave saiu do peito. A mão foi na minha nuca e segurou meu cabelo, me prendendo ali, no mamilo, enquanto o pau continuava fodendo meu cu por baixo.

— Moon… — a voz saiu rouca. — Porra. Do jeito que você me chupa.

Soltei o piercing. A língua passou na argola. Ele puxou meu rosto para cima outra vez. Os lábios dele acharam os meus, abertos, ofegantes, e a língua dele entrou fundo. Eu beijei de volta no mesmo ritmo em que descia no colo dele. Um pouco mais rápido. A descida ainda doía, um ardor fundo que não ia embora, mas o piercing na frente compensava cada centímetro. Cada vez que meu quadril batia no dele, a argolinha do clitóris era esmagada entre nós dois. Molhada. Presa. Direta.

A boca dele desceu de novo. Achou o outro peito. Chupou. Puxou. A mão livre apertou o que a boca não pegava. Os olhos fecharam. A boca abriu no cabelo dele.

CAP. 368 - — No fim de semana eu vou te foder em todos os buracos que você tem. 1

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