((NOTA DA AUTORA 🚨📢❤️🔥✨
MEUS AMORES, VOLTEI! 😭❤️🔥✨
Antes de mais nada, peço MIL DESCULPAS pelo sumiço! A autora aqui era para ter voltado ontem, mas a plataforma passou por uma atualização pesada para nós, autores e eu simplesmente NÃO CONSEGUIA FAZER LOGIN na minha conta de jeito nenhum! O desespero foi real, mas finalmente o sistema normalizou e eu consegui liberar o capítulo para vocês! 💻🤦♀️
Agora é oficial: TEMOS UM MÊS INTEIRO PELA FRENTE DE MUITAS EMOÇÕES! 💥📖✨))
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POV: MOON
Abri os olhos devagar, piscando contra a claridade macia que entrava pelas paredes de vidro da suíte.
Fiquei parada por alguns segundos olhando para o teto, tentando entender por que o meu corpo inteiro parecia ao mesmo tempo derretido, preguiçoso e completamente satisfeito. A memória da madrugada voltou inteira, quente, sem pedir licença.
Virei o rosto para o lado.
A outra metade da cama estava vazia, mas ainda amassada. O lençol branco guardava o calor dele e aquele perfume amadeirado que já tinha decidido morar no meu sistema respiratório sem pagar aluguel.
Puxei o travesseiro para o rosto e soltei uma risada abafada:
— Meu Deus...
A ficha começou a cair em parcelas.
Eu tinha me entregado para o Christian. Na verdade, tinha perdido a virgindade com o Philippe. Aquele menino franzino que parecia um graveto com o uniforme do colégio, o pirralho que eu defendia no recreio e que provavelmente derrubaria só jogando a minha mochila em cima dele. Aquele garoto tinha crescido, acumulado bilhões, construído quase dois metros de puro músculo e agora tinha destruído completamente a minha capacidade de raciocínio.
Criei coragem, empurrei a coberta e sentei na cama.
O meu corpo me informou na mesma hora que a noite anterior tinha sido intensa. Na verdade romantica, linda, maravilhosa e perfeita.
Ele foi carinhoso, atencioso, respeitoso e tudo oso...oso...... GOSTOSOS, FABOLOSO e mais osos.....
E tinha um senhor Membro.... uma pontada quente e sensível entre as pernas me fez travar no colchão, acompanhada de uma moleza muscular sem tamanho.
— Maravilha — resmunguei para o quarto vazio. — Fui promovida a adulta e a idosa na mesma noite.
Coloquei os pés no chão e me levantei com a dignidade possível, negociando cada passo até o banheiro.
Debaixo do chuveiro, deixei a água quente escorrer pelas costas, pelos ombros e pela nuca, relaxando cada músculo travado. Fiquei ali de olhos fechados, sentindo o calor limpar o cansaço enquanto flashes da madrugada me faziam queimar de vergonha boa.
Quando fechei o registro e me enrolei na toalha, encarei o espelho embaçado. Passei a mão no vidro para limpar o vapor.
Os meus olhos verdes estavam brilhantes, as bochechas ainda tinham aquele tom corado e a minha boca parecia mais cheia, marcada pelos beijos dele.
Olhei para o meu reflexo e duas lágrimas quentes escorreram pelo meu rosto.
Não era tristeza. Era alívio.
Depois de tantas semanas engolindo desespero, medo das dívidas, o hospital do meu pai e o pavor daquele nojento do Gouveia, o meu peito finalmente estava leve. Eu tinha sido cuidada, ouvida e protegida por alguém que me enxergava de verdade.
Sequei o rosto com as pontas dos dedos e ri sozinha:
— Perfeito. Agora eu tô chorando pelada no banheiro.
Saí para o quarto e dei de cara com a minha mala aberta.
Aí começou a verdadeira crise da manhã: o que uma mulher veste no dia seguinte a tudo aquilo?
Puxei uma calça jeans e uma blusa básica. Me encarei no espelho:
— Não. Parece que eu tô indo pagar boleto no banco.
Troquei por um vestido longo de alça.
— Também não. Parece que vou pedir o Christian em casamento no meio do café.
Joguei a peça na cama e peguei uma saída de praia rendada.
— Piorou. Parece que eu entrei para uma seita chique em Mykonos.
Experimentei outra blusa, troquei por uma saia, fui até a porta, travei na maçaneta e dei meia-volta. Na terceira tentativa, fechei a porta do quarto e encostei a testa na madeira, respirando fundo:
— Para com isso, Moon. Pelo amor de Deus, não vai virar a sua irmã agora. Se a Sky me visse assim, gravava um vídeo e colocava legenda.
A lembrança da Sky me devolveu o juízo.
Voltei para a mala e achei um vestidinho curto de alcinha com estampa de oncinha azul. O tecido era leve, soltinho na barra e marcava a cintura sem esforço. Vesti antes de inventar outro problema, passei os dedos pelos cabelos loiros ainda úmidos e decidi descer descalça mesmo.
No meio da escada, o aroma me pegou em cheio: café fresco, pão tostando e manteiga derretendo na frigideira.
Segui o cheiro até a cozinha espaçosa, com vista aberta para o mar de Angra.
Parei no batente da porta e perdi a fala.
O Christian estava de costas para mim diante do fogão, vestindo apenas uma bermuda clara de linho. As costas largas, os ombros imensos e as tatuagens descendo pelos braços se movimentavam enquanto ele segurava a espátula.
Apoiei a cabeça no batente, admirando a cena. Além de lindo, gostoso e bilionário, o homem ainda cozinhava. Claramente uma apelação desleal.

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Os comentários dos leitores sobre o romance: A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário