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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 525

POV/ NATHAN

Meu estômago afundou.

— Atende.

Ela ergueu uma sobrancelha.

— Ué, agora você quer que eu fale com ele?

— Sakura!

Ela soltou uma risadinha e atendeu.

— Oi, Diego!

Fiquei imóvel.

— Bom dia! — ela continuou, com a maior naturalidade do mundo. — Não, eu já acordei.

Passei a mão pelo rosto.

Aquela mulher merecia um prêmio. Ou uma internação.

Talvez os dois.

— Aham... Entendi. Não, pode deixar, eu ajudo, sim.

Sakura olhou para mim, e um sorriso apareceu lentamente em seu rosto.

Não.

Não começa.

Pelo amor de Deus.

— Tá bom, Diego. Depois a gente conversa. Beijo!

Ela desligou e ficou me encarando.

Então começou a rir.

— O que foi? — perguntei.

— Nada!

— Sakura!

— Ele queria saber se eu estava acordada!

Olhei para ela.

— E?

— Disse que vai passar lá em casa mais tarde!

Fechei os olhos.

— Maravilha.

Ela continuou:

— E perguntou se eu dormi bem!

Abri os olhos.

Sakura estava quase chorando de rir novamente.

— Meu Deus, Nathan! Se ele soubesse!

Passei a mão pela testa.

— Essa mulher ainda vai me matar.

Ela se aproximou e me abraçou pela cintura.

— Você fica tão bonitinho desesperado.

— Eu estou a um passo de ter um infarto.

— Dramático.

— Realista.

Sakura sorriu. Beijei sua testa antes de me afastar.

— Fica aqui. Vou descer para ver se ele já foi.

— Tá bom.

Vesti uma calça de moletom e uma camiseta, abri a porta e conferi o corredor.

Vazio.

Desci as escadas rapidamente. A cozinha estava vazia, assim como a sala. Espiei pela janela da frente e vi que o carro de Diego não estava mais na garagem.

Graças a Deus.

Conferi se a porta da frente estava fechada e voltei para o andar de cima, sentindo um alívio tão grande que quase comecei a rir sozinho.

Entrei no quarto.

— Ele foi embora.

Sakura estava colocando o casaco.

— Ótimo.

Ela calçou os chinelos e conferiu se não havia esquecido nada.

Fiquei observando.

— Quer que eu te acompanhe?

— Não precisa. Minha casa está do outro lado da rua.

— Eu sei onde você mora, Sakura.

Ela não respondeu. Apenas pegou o celular e caminhou até a porta.

Passei a mão pelos cabelos.

A mudança de humor dela estava me incomodando. Alguns minutos antes, Sakura mal conseguia parar de rir. Agora parecia querer sair dali o mais depressa possível.

— Sakura?

— Oi?

— Você está chateada comigo?

Ela parou e olhou para mim.

— Não, Nathan.

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