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Amor irresistível: O segredo do chefe romance Capítulo 188

"Matheus"

Convencer a Gabriele a viajar comigo tinha exigido medidas drásticas e eu precisei que a Eva me ajudasse. Eu queria levá-la conosco, mas ela não queria desgrudar do Rossi e o Rossi não podia ir. Então, na verdade, eu estava praticamente sequestrado a Peste.

- Finalmente vocês chegaram! - A Eva abanou as mãos quando nós paramos em frente ao portão da casa dela.

- Não entendi até agora como o Rossi concordou que você viajasse. - A Gabriele falou pela décima oitava vez.

- E Rossi manda em mim por acaso, Gabriele? - A Eva encarou a amiga cheia de atitude. - Vamos logo!

Elas entraram no banco de trás e eu me sentei ao lado do motorista. Enquanto elas tagarelavam no bamco de trás sobre areias brancas e mar turquesa, eu dei uma olhadinha para o motorista, que deu um sorrisinho de quem já sabia o que fazer. Nós chegamos à pista e o jatinho estava a nossa espera. Assim que nos sentamos e afivelamos os cintos a Eva fez o show dela. Revirou a bolsa, colocou a mão nos bolsos, fez cara de preocupada.

- Deixei meu celular no carro. - A Eva informou e já desafivelou o cinto.

- Eu busco para você. - Eu ofereci prestativo, tudo parte do plano.

- Não, eu vou mais rápido. - Ela saiu imediatamente.

E enquanto a Gabriele olhava a Eva chegar ao carro e abrir a porta, a aeromoça fechava a porta do avião, que logo começou a se movimentar, mas a Gabriele só percebeu quando a Eva se virou e começou a agitar os braços para cima eu um adeusinho frenético e um grande sorriso no rosto.

- Mas... o que está acontecendo? - Ela se virou para mim e eu estava pronto para o embate. - Carrapato, o que você fez?

- Eu convidei a Evita e o Rossi. Mas ele está preso no trabalho e ela não quis ficar longe dele, assim como eu não quero ficar longe do meu evento exclusivo. - Eu repsondi calmamente e ela tentou desafivelar o cinto, mas eu segurei.

- Carrapato, para esse avião! - Elas exigiu.

- Não vou parar, Peste. Estou sequestrando você para Cancun. Eu preciso de ajuda lá, eu quero a sua companhia e a sua amigateve a idéia porque ela quer que você vá comigo. - Enquanto eu falava calmamente e ela me olhava emputecida (sim era exatamente essa a definição do quanto ela estava furiosa, mas também linda), o avião ganhava velocidade na pista.

- Para esse avião ou eu te denuncio assim que pousarmos no raio que o parta! - Ela bradou, aumentando a voz nas quatro últimas palavras enquanto o avião levantava vôo.

- Comissária, já podemos...? - Eu perguntei e a mulher sorriu e fez que sim.

Eu soltei o meu cinto e o da Gabriele, a peguei no colo e a levei para o quarto nos fundos do avião. Tranquei a porta e a joguei na cama, indo pra cima dela como um predador.

- O que você está fazendo, Carrapato?

- Levando o nosso evento exclusivo para Cancun. Mas até chegarmos lá, Peste, eu vou te beijar até você querer tirar a roupa e esquecer essa porra de chilique! - Ela me olhou com os olhos bem abertos, eu tinha deixado as brincadeiras de lado e estava falando sério agora. - A Eva está bem, vai ficar bem, tem um monte de gente de olho nela e nós estamos indo resolver um assunto que interessa a ela.

- Essa boca aí só fala ou também beija? - Ela perguntou com um meio sorriso.

E quando ela estremeceu e eu cambaleei quased caindo no momento final, eu a virei de frente pra mim, puxei as suas pernas para os meus ombros e continuei até o fim, tão impiedoso quanto quando ela estava de quatro na minha frente.

- Olha pra mim, Gabriele! - Eu exigi, com a voz rouca.

Os olhos dela se cravaram nos meus enquanto eu nos levava ao orgasmo com um furor incontrolável. Suas unhas cravaram nos lençóis, ela mordeu o lábio inferior e então o corpo dela tremeu e se quebrou em torno do meu. Sua boceta pulsando no meu pau e arrancandop a minha sanidade. Eu gozei com um rugido, o nome dela saindo da minha boca com uma posse inegável.

E só quando eu desabei sobre ela, suado e ofegante, eu percebi que a tensão dela tinha evaporado, substituída por estado letárgico. Eu a beijei com mais cuidado dessa vez, sentindo o gosto da boca dela e então comecei a rir.

- O que foi, idiota? - Ela perguntou rindo comigo.

- Não fica brava. - Eu pedi enconto acariciava o rosto dela. - Esqueci o preservativo. Mas em minha defesa, a culpa foi toda sua. - Eu enterrei os meus lábios no pescoço dela, tentando miseravelmente conter o riso.

- Porra, Carrapato! Por isso que vocês caem em golpe da barriga, é só o sangue descer da cabeça pro pau que o cérebro de vocês entra em curto circuito! - Ela reclamou indignada, mas não conseguiu disfarçar a diversão na voz. Eu levantei a minha cabeça e a encarei.

- Pode me dar o golpe que você quiser, Peste, por você eu não ligo! - Eu passei o dedo no lábio inferior dela. - Ia ser o máximo você e a Evita grávidas juntas. - Eu sorri pensando na possibilidade.

- Pode tirar o sorrisinho da cara, meu anticoncepcional está em dia! - Ela sorriu toda confiante.

- Então eu vou continuar tentando dar o golpe da barriga em você, Peste. - Eu virei de costas e a puxei para os meus braços. Eu não tinha problema em ter um filho com ela. O meu problema era que eu nem conseguia pensar em ficar longe dela.

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