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Babá do Herdeiro: Paixão com o Bilionário romance Capítulo 25

Capítulo 25: Gritar para o mundo

Rafael

Eu a olhei deitada na cama, nua, ofegante, os olhos castanhos brilhando com uma mistura de raiva residual e desejo puro. Meu peito subia e descia rápido, o sangue pulsando forte nas veias, o corpo inteiro tenso de necessidade.

A briga ainda queimava entre nós, as palavras duras que eu joguei lá embaixo na frente de Ethan, o jeito como a chamei de “funcionária”, o ciúme que me cegou e quase me fez perdê-la. Mas agora, olhando para ela, tudo se resumia a uma única certeza absoluta: eu não ia perdê-la. Não hoje. Nem nunca.

Ela era minha. E eu ia provar isso com o corpo, com tudo que eu tinha.

Eu me inclinei sobre ela, apoiando os braços ao lado da cabeça dela, o corpo cobrindo o dela sem tocá-la ainda. Só o calor. Só a proximidade. O cheiro dela, lavanda misturada com o suor da briga e o desejo me deixou louco.

— Laura… — minha voz saiu rouca, quase um rosnado. — Eu te amo. E eu vou provar isso agora. Sem mais palavras. Sem mais brigas. Só nós.

Ela ergueu o queixo, desafiadora, mas os lábios entreabertos, o peito subindo rápido, os mamilos duros implorando por toque.

— Então prova — respondeu ela, voz baixa, carregada de desafio e desejo. — Mostra que eu sou mais do que sua “funcionária”. Mostra que você entende o que eu preciso.

Aquelas palavras me acertaram fundo. Eu merecia. Eu tinha sido um idiota possessivo. Mas agora eu ia consertar. Com o corpo. Com tudo que eu tinha.

Eu beijei a boca dela de novo, lento dessa vez. Não bruto como antes. Foi um beijo de quem pede perdão e promete tudo. Minha língua encontrou a dela, suave, explorando, saboreando o gosto doce que era só dela. Ela gemeu baixo, as mãos subindo para o meu cabelo, puxando de leve. Eu desci os beijos pelo pescoço, mordendo a pele sensível da clavícula, descendo para os seios. A boca fechou no mamilo esquerdo, sugando com força, a língua circulando, os dentes roçando de leve. Ela arqueou as costas, gemendo alto, as unhas cravando nas minhas costas.

— Rafael… — meu nome na boca dela saiu como uma súplica.

Eu desci mais. Beijei a barriga, as costelas, as coxas internas. Abri as pernas dela com cuidado, beijando a pele macia até chegar ao centro. Minha língua encontrou o clitóris, lambendo devagar, depois mais rápido, círculos precisos. Os dedos entraram nela, curvando, encontrando o ponto que a fazia tremer. Ela agarrou os lençóis, os quadris se movendo contra minha boca. Eu suguei forte, os dedos acelerando. Ela gozou de novo, gritando meu nome, o corpo convulsionando, apertando meus dedos dentro dela.

Eu subi, beijando a boca dela para que sentisse o gosto dela mesma. Ela me puxou para cima, mãos nas minhas costas, unhas arranhando.

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