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Beijada pelo Chefe no Baile de Máscaras romance Capítulo 123

Francine se jogou na cama, exausta depois de um longo dia servindo clientes no café.

O corpo doía, mas a mente estava inquieta, talvez por isso tenha pego o celular quase sem pensar, deslizando pela agenda até encontrar o nome que lhe trazia aconchego imediato.

— Malu! — disse com um sorriso ao ver o rosto da amiga do outro lado. — Liguei só pra matar saudades.

— E eu tava mesmo precisando ouvir a sua voz — respondeu Malu, cheia de energia. — Mas me diz, você tá bem? Parece que afinou o rosto... não tá deixando de comer, né?

Francine riu, apoiando a mão no estômago.

— Claro que não, menina! Tô até mais disciplinada agora. A Adele tá cuidando de mim, preparando minhas refeições. Tô me sentindo renovada.

— Adele... a esposa do seu patrão? — Malu perguntou, curiosa.

— Ela mesma. Virou quase uma mãe pra mim — respondeu Francine com entusiasmo. — Ah, precisava te contar: amanhã vou estar num desfile.

Do outro lado da linha, Malu soltou um gritinho.

— COMO ASSIM? Você já vai desfilar?

Francine gargalhou, balançando a cabeça.

— Calma, calma. Não vou desfilar... ainda. Vou trabalhar nos bastidores, ajudando a produção. Mas só de estar lá, respirando aquele ar de passarela, já me sinto no caminho certo. Quem sabe rola um network?

— Ai, Fran, eu tô tão feliz por você! — disse Malu, suspirando como se fosse ela quem tivesse sido convidada.

Por alguns segundos, ficaram em silêncio, mas Malu não aguentou guardar a notícia que fervilhava.

— Amiga... você tá por fora do que tá rolando no Brasil.

Francine arqueou a sobrancelha.

— E quando eu não tô? — provocou.

— É sério! A empresa do Natan tá um caos. Escândalo atrás de escândalo, investidores pulando fora, clientes cancelando contratos... foi a semana inteira só disso nos jornais.

Francine sentiu um calor gostoso subir pelo peito, um misto de raiva antiga com um certo prazer mal disfarçado.

— Ah, mas eu acho é pouco. Ele merece muito mais.

Malu riu.

— Eu imaginei que você ia dizer isso.

Francine se ajeitou entre os travesseiros, mordendo o lábio, e deixou escapar em tom quase sonhador:

— O que eu queria mesmo era ver a cara dele, assistindo tudo desmoronar...

Malu ainda ria da forma debochada com que Francine falava de Natan, quando um aviso de bateria fraca piscou na tela.

— Ih, amiga, preciso ir, senão meu celular vai me abandonar bem no meio da conversa. Mas olha, amanhã me conta tudo do desfile, viu?

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